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Rio São Francisco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Rio São Francisco
O Rio São Francisco nasce na serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, e encontra o mar entre Sergipe e Alagoas. Além desses estados, ele perpassa ainda o enorme território da Bahia. Por sua extensão e importância, o rio é chamado de Rio da Integração Nacional. Foi descoberto em 1501 por Américo Vespúcio que o nomeou de São Francisco, embora antes dele os índios o conhecessem por Opara, ou rio-mar.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
1947

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATO05269.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATO05270.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATO05271.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010PATO05272.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATO05275.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
Região do baixo Tocantins
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATO05276.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949