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Afonso Pena e ministério (cartão-postal)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Afonso Pena e ministério (cartão-postal)
Cartão-postal (chamado no verso de “bilhete postal”) com os rostos do presidente Afonso Pena (ao centro), do seu vice-presidente Nilo Peçanha (embaixo) e dos ministros de estado de seu governo (1906-1909): barão do Rio Branco (ministro das Relações Exteriores), David Campista (ministro da Fazenda), Miguel Calmon du Pin e Almeida (ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas), Augusto Tavares de Lira (ministro da Justiça e Negócios Interiores), marechal Hermes da Fonseca (ministro da Guerra) e almirante Alexandrino Faria de Alencar (ministro da Marinha). Afonso Pena [Afonso Augusto Moreira Pena] (Santa Bárbara, MG, 30/11/1847 - Rio de Janeiro, 14/06/1909): advogado, jurista e político. Presidente do Brasil entre 1906 e 1909. Foi presidente de Minas Gerais (1892-1894), ministro da Agricultura e Transportes (1883-1884) e ministro da Justiça (1885). Nilo Peçanha [Nilo Procópio Peçanha] (Campos dos Goytacazes, RJ, 02/10/1867 - Rio de Janeiro, 31/03/1924): advogado e político. Presidente do Brasil entre 1909 e 1910. Foi duas vezes presidente do Rio de Janeiro (1903-1906 e 1914-1917) e três vezes senador pelo RJ. Barão do Rio Branco [José Maria da Silva Paranhos Júnior] (Rio de Janeiro, 20/04/1845 - Rio de Janeiro, 10/02/1912): advogado, diplomata, jornalista, geógrafo e historiador, considerado o patrono da diplomacia brasileira. Filho do Visconde do Rio Branco [José Maria da Silva Paranhos] (Salvador, BA, 16/03/1819 - Rio de Janeiro, 01/11/1880): estadista, professor, político, jornalista e diplomata. David Campista [David Morethson Campista] (Rio de Janeiro, 22/01/1863 - Copenhague, Dinamarca, 12/10/1911): advogado, economista, político, diplomata e professor. Miguel Calmon du Pin e Almeida (Salvador, BA, 18/09/1879 - Rio de Janeiro, 25/02/1935): engenheiro e político. Sobrinho e homônimo do Marquês de Abrantes [Miguel Calmon du Pin e Almeida] (Santo Amaro da Purificação, BA, 26/10/1796 - Rio de Janeiro, 13/09/1865): político, diplomata e escritor. Augusto Tavares de Lira (Macaíba, RN, 25/12/1872 - Rio de Janeiro, 22/12/1958): político. Presidente do Rio Grande do Norte (1904-1906). Hermes da Fonseca [Hermes Rodrigues da Fonseca] (São Gabriel, RS, 12/05/1855 - Petrópolis, RJ, 09/09/1923): militar e político. Presidente do Brasil entre 1910 e 1914. Sobrinho do militar e político Deodoro da Fonseca [Manoel Deodoro da Fonseca] (Alagoas da Lagoa do Sul, atual Marechal Deodoro, AL, 05/08/1827 - Barra Mansa, RJ, 23/08/1892), o primeiro presidente do Brasil (1889-1891). Foi casado com a cantora, instrumentista (piano), atriz, pintora e desenhista Nair de Teffé [Nair de Teffé von Hoonholtz] (Petrópolis, RJ, 10/06/1886 - Rio de Janeiro, 10/06/1981), que como caricaturista usava o pseudônimo Rian. Almirante Alexandrino [Alexandrino Faria de Alencar] (Rio Pardo, RS, 12/10/1848 - Rio de Janeiro, 18/04/1926): militar e político.
s.d.

Afonso Pena (desenho em cartão-postal)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Afonso Pena (desenho em cartão-postal)
Cartão-postal (chamado no verso de “bilhete postal”) com desenho do rosto de Afonso Pena feito por M. Brocos (Modesto Brocos). Afonso Pena [Afonso Augusto Moreira Pena] (Santa Bárbara, MG, 30/11/1847 - Rio de Janeiro, 14/06/1909): advogado, jurista e político. Presidente do Brasil entre 1906 e 1909. Foi presidente de Minas Gerais (1892-1894), ministro da Agricultura e Transportes (1883-1884) e ministro da Justiça (1885). Modesto Brocos [Modesto Brocos y Gómez] (Santiago de Compostela, Espanha, 09/02/1852 - Rio de Janeiro, 28/11/1936): pintor, desenhista e gravador.
s.d.

Lisboa: um momento, uma mensagem;Um senhor Elói Pontes;Os milhões de viúva;Cultura também fatura;Farsanterias;O caminho da esperança (Il camino della speranza);Capitães do asfalto;Passagem pelo estreito;Rota de colisão;Finalmente;Tabuleta de ontem, de hoje, de sempre;Minas, os intelectuais e uma revista;Vida e poesia: Murilo Mendes;O deserto e suas miragens;Carambouillage;Pelo correio;Do jornalista Otto Lara Resende;Cem mil sóis: terceira mineração;Documento muito pessoal;São coisas assim;Tremores;O diabo no rodamoinho;Zero absoluto;O futuro visto de costas;O sineiro;Puzo, a fórmula do sucesso nas malhas da máfia;Entre lobo e cão;Homenagem a João Camilo;Um menino inútil;Nem 8, nem 80: 88;O homem com a minha cara;O tirano (The strange door);Com o romancista Octávio de Faria;O homem que não gostava de abacate;Constituinte: o laboratório;Esplendor e sepultura;Sim, as estátuas riem;Isso passa;Um pássaro das tormentas;Nuvens de desespero (The clouded yellow);Cala-te boca;Cansado como um rio;Cineminha de segunda-feira;Denso e terrível: Brasil;Dinamarca: vacas e crianças num jardim de felicidade;Escuridão ao meio-dia;Fala, memória;Francis' fun fair/Dosagem errada;Fuga e persistência da imagem;Há cinquenta anos;Marcha, soldado;Mimoso poder;Modo de ser: várias versões;Na altura do céu;O adiado mundo de amanhã;O apocalipse viaja de avião;O mau humor de Camus;O poético bacilo da longevidade;O quarto dígito;O rito e o mito;O segredo violado;Os livros e um livro;Papini;Presença da poesia;Quando a República era novidade;Quem matou Maluf;Rato ator rota: tora tora tora;Reforma social cristã;Saco de gatos contra gatos-pingados;Sem cocar nem botoque;Semostração;Sósias e imitadores;Suécia: uma vitória do trabalho sobre a natureza;Terras do norte (The wild north);Um ilustre desconhecido;Uma revista literária...;Velhos piratas, nova galera;Vila Rica, cidade livre
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O futuro visto de costas
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
25 de setembro de 1988

Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Circo de focas;Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Quem é o aldeão;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O Brasil aflito
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
26 de outubro de 1986

Farsanterias;O caminho da esperança (Il camino della speranza);Capitães do asfalto;Passagem pelo estreito;Rota de colisão;Finalmente;Tabuleta de ontem, de hoje, de sempre;Minas, os intelectuais e uma revista;Vida e poesia: Murilo Mendes;O deserto e suas miragens;Carambouillage;Pelo correio;Do jornalista Otto Lara Resende;Cem mil sóis: terceira mineração;Documento muito pessoal;São coisas assim;Tremores;O diabo no rodamoinho;Zero absoluto;O futuro visto de costas;O sineiro;Puzo, a fórmula do sucesso nas malhas da máfia;Entre lobo e cão;Homenagem a João Camilo;Um menino inútil;Nem 8, nem 80: 88;O homem com a minha cara;O tirano (The strange door);Com o romancista Octávio de Faria;O homem que não gostava de abacate;Constituinte: o laboratório;Esplendor e sepultura;Sim, as estátuas riem;Isso passa;Um pássaro das tormentas;Nuvens de desespero (The clouded yellow);Lisboa: um momento, uma mensagem;Um senhor Elói Pontes;Os milhões de viúva;Cultura também fatura;Cala-te boca;Cansado como um rio;Cineminha de segunda-feira;Denso e terrível: Brasil;Dinamarca: vacas e crianças num jardim de felicidade;Escuridão ao meio-dia;Fala, memória;Francis' fun fair/Dosagem errada;Fuga e persistência da imagem;Há cinquenta anos;Marcha, soldado;Mimoso poder;Modo de ser: várias versões;Na altura do céu;O adiado mundo de amanhã;O apocalipse viaja de avião;O mau humor de Camus;O poético bacilo da longevidade;O quarto dígito;O rito e o mito;O segredo violado;Os livros e um livro;Papini;Presença da poesia;Quando a República era novidade;Quem matou Maluf;Rato ator rota: tora tora tora;Reforma social cristã;Saco de gatos contra gatos-pingados;Sem cocar nem botoque;Semostração;Sósias e imitadores;Suécia: uma vitória do trabalho sobre a natureza;Terras do norte (The wild north);Um ilustre desconhecido;Uma revista literária...;Velhos piratas, nova galera;Vila Rica, cidade livre
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Na altura do céu
Artigo
Otto Lara Resende
Belo Horizonte
13 de outubro de 1989

O poeta, coitado;De carne, osso e papel;Ora, acontece as vezes;Estação dos Anjos: o anjo que se ri;Traças e dromedários;O Brasil do primeiro mundo;Três vagabundos;Mara Maru;Vitória do urubu;O Brasil precisa de paz;Começando a andar;Este mundo sensato;Quando a República era jovem;Já está valendo o escrito;Pai dos burros;Estrela temporariamente apagada;Retórica de assombração;Mária digam por favor;Vozes de Minas;O remorso;Dilúvio impresso;O duplo e sua pepita de ouro;Conclusão taxativa;O riso indignado;Eu, pescador, me confesso;Letra morta;Miragem à distância;Literatura... pra quê?;Morto e asfalto;O encontro;O segredo de Minas;Pátria adiada;Érico;Poeira sonâmbula;Ficção e realidade: à mão livre;Uma lufada de otimismo;Mudemos o regime;Cano ou ralo - eis a questão;O filho temporão;Uma pátria: procura-se;Carrossel de encantos;Conversa remunerada;Escrever e ler;Político, tríplice coroado;Luz e sombra;Por que não me ufano do meu país;História nova;Terra de camisa aberta;Ver, gostar e amar;Neurose a caminho da cura;Cineminha de segunda-feira;O poeta e o dragão;Coração da República;Cala e fala o passado;Com o revolucionário Schmidt;Como era verde o meu Leblon;Constituinte: o feijão e o sonho;Conversa com Emílio Moura;De mais e de menos;Em busca de um acionista do Brasil;Entre lobo e cão;Esse encontro vai dar samba;Farpas alegres;Fogo e omissão;Hoje é dia de Marília;Joia de dor e favela;Lucros e perdas;Machado como burocrata foi também genial;Manuel Anselmo;Nava para dar e vender;O diabo no meio do rodamoinho;O futuro vem aí;O povo e o fradinho;O sindicato do crime;O tigre pode arrotar;Ode aos calhordas;Otto Lara Resende I/II.;Passagem de nível;Preâmbulo e título I são aprovados;Rosas e outras flores de retórica;Saudades do Fla-Flu;Sim e não;Suspense;Um boy para presidente;Um menino inútil;Uma carta para você;Vida e arte;Zero à esquerda
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Fogo e omissão
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
26 de dezembro de 1982

Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Do morro à imortalidade
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
29 de setembro de 1988

Galo de pena;O secreto mel das letras femininas;Justiça para a Justiça;Pode ser que sim, pode ser que não;Cave canem: pode explodir;Quem herda não rouba;O diabo existe;Entreato;Um certo afã de contar tudo;Desculpa das arábias;Sonhos e pesadelos;O trono vazio;Poeta é o Dante;Luto e guerra na festa do sol;Cinco poemas antigos;Queremos já;Napoleão de hospício;Com o diretor Josué Montello;Guignard e 60 aprendizes;Eu tu ele: nós;Variações sobre a lua;Ontens que choram;Conto de Natal;Romance e jornal;No horizonte do Brasil;O insaciável antropófago;Convento de Aretino;O bezerro, a vaca e o boi;Tragédia do meu destino;O latido do sol;Uma boa nova;O preso nº 3535;Ilusões e desilusões;Ler para criticar;Missão pontifícia;Segundo;Divórcio;O Marrocos, uma encruzilhada;Falou, bicho;O que for soará;O moinho;Favor não acordar o bebê;O que vem por aí;Jackson de Figueiredo;Linhas cruzadas;Muchas gracias, señores;Crônica em que se pretendia dizer e não disse;Silêncio: o imprevisível;Que fazer?;Cuidado com os elevadores;Sinos de San Fernando (Bells of San Fernando);Um biscoito que virou pirâmide;Vamos olhar para trás;Jubileu está de volta;Casa de ruínas e sombras;Credo olímpico;De Otto Lara Resende à Tribuna;Diamante da boca da mina;Dica de criança (ou de pai coruja);Discurso do aluno Otto Lara Resende, orador da turma de diplomandos de 1938;Do diálogo ao demônio;Eles sabem o que fazem;Entulho e engulho;Está na hora de assobiar;Evasão, invasão;França: é isso aí;Graça e desgraça de escrever;História de uma escola de arte;Incipit : Visceralmente escritora;Laços de família;Legião ignota;Lembrança de Bernanos;Liberal: ser ou não ser;Literariamente com a morte de Clarice;Lotação esgotada;Matar ou morrer (Hight noon);Mel nos olhos;Monges condenados;Na grande área;Namoro antigo;Natal: um menino inútil;O Brasil pecador se confessa;O burro empacado;O candidato de calva à mostra;O feijão também é um sonho;O gato epicurista;O nó da violência;O passado é azul;O penhasco e o chá;O pintor e sua opção;O por ora indescartável;O sagrado horror ao nosso irmão português;Onda de verão;Orthographya: facto alphabetico e metaphyco;Os astros vêem longe;Os fantasmas da catedral;Pérolas;Por que Grahan Greene não veio ao Brasil;Porta mágica;Prestígio da história;Quando Michel Simon chegou ao Brasil...;Quatro livros mineiros;Reciclagem do papo;Rosa dos ventos;Som e sentido de nove histórias;Terceiro;Testemunhos sobre o Modernismo...;Tudo bem, com nuvens;Um antecipador;Um gato na presidência;Um lugar para Maria Julieta/A entrevista que não houve;Um poeta cristão;Uma quimera chamada Brasil;Uma voz a menos;Vou ali e não volto;Welcome, Rosalynn;Em 1860 quando se tomava café e rapé era raro não haver sessão por falta de quórum
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Diamante da boca da mina
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
20 de janeiro de 1985

Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Ler e escrever;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;O aéreo prazer do texto;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Pecadora imaculada;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Archive/Collection: Otto Lara Resende (OLR)
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Começos: ontem e hoje
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
30 de abril de 1978