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Largo da Carioca (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Largo da Carioca (reprodução de periódico)
s.d.

Teatro Lírico
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Teatro Lírico
Autoria não identificada
Largo da Carioca ; Centro
circa 1928

Vista posterior do Hotel Avenida - garagem de bondes no térreo
Archive/Collection: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Vista posterior do Hotel Avenida - garagem de bondes no térreo
Augusto Malta
Largo da Carioca ; Centro
circa 1915

Vista aérea do Largo da Carioca e da Avenida Central (atual Rio Branco)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Largo da Carioca e da Avenida Central (atual Rio Branco)
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921

Rua da Assembleia e Largo da Carioca; a esquerda, a Rua Uruguaiana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Assembleia e Largo da Carioca; a esquerda, a Rua Uruguaiana
Augusto Malta
Centro
1925

Largo da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca
Denominado assim por causa do rio que abastecia a cidade no século XVIII e que aliemtava o chafariz nele colocado, foi totalmente reformulado no Governo Passos, em1905.
Augusto Malta
Centro
8 de janeiro de 1907

Chafariz do Largo da Carioca e Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chafariz do Largo da Carioca e Imprensa Nacional
O Chafariz do Largo da Carioca, que hoje não existe mais, foi o primeiro da história do Rio de Janeiro. Construído em estilo barroco, em 1723 tinha a função de abastecer a cidade, que sofria com o crônico problema da falta de água. Em 1834 o chafariz foi demolido para dar lugar a um outro, agora em estilo neo-clássico. O chafariz, porém, não conseguiu alcançar 100 anos de vida, pois em 1925 o prefeito Alaor Prata destruiu-o por completo.
Augusto Malta
Largo da Carioca
6 de maio de 1912

Largo da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas construíram ali o seu convento. Ali se instalaram também, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e da Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, porque o Rio havia se tornado capital da Côlonia. Na segunda metade do mesmo século foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902 foi construído o Cais Pharoux, que substituiu o antigo do século XVIII.
Augusto Malta
Rio de Janeiro
1905

Largo da Carioca, com chafariz de 35 bicas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca, com chafariz de 35 bicas
Marc Ferrez
Centro
circa 1900

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