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Docas do Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Docas do Mercado da Praia do Peixe
A Praia do Peixe, que ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal, era o endereço do mercado municipal; primeiro ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Sua construção teve início em 1825 e ficou pronta em 1841. Quando o prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade, o mercado (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido (1911) e em seu lugar foi erguido um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica, projetado por Alfredo Azevedo Marques. Cinco torres metálicas delimitavam seu espaço. Hoje, apenas uma, na qual funciona o restaurante Albamar está de pé. Ao lado do mercado havia ainda um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Torres
Centro
circa 1885

Trapiches na área portuária; ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Trapiches na área portuária; ao fundo, o Morro do Castelo
Trapiches na área portuária da cidade, destacando-se à direita o Trapiche Medeiros, provavelmente localizado na Rua da Saúde.
Torres
Centro
29 de março de 1904

Praia de Santa Luzia; à direita, o Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Santa Luzia; à direita, o Passeio Público
Até 1905, a praia de Santa Luzia era uma opção de lazer para a população carioca, que a usava para banhos de mar. Naquele ano, o prefeito Pereira Passos mandou construir no local garagens para os barcos dos clubes de remo. Foi o início da descaracterização da praia. Em 1922, com a derrubada do Morro do Castelo, foi construída a Esplanada do Castelo, mas ainda era possível nadar na praia de Santa Luzia, mesmo com a diminuição da faixa de areia. Na década de 1930, a ampliação do aterro para a construção do Aeroporto Santos Dumont eliminou o que restava da praia e da Ponta do Calabouço.
Torres
Praia de Santa Luzia, atual avenida Augusto Severo ; Centro
circa 1910

Copacabana na altura do Posto 6
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Copacabana na altura do Posto 6
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por mercadores de prata, que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru. À direita, na esquina da Avenida Atlântica com a atual Rua Francisco Otaviano, encontra-se o restaurante "Mère Louise", que já existia em 1903. Sua proprietária era a francesa Mme. Louise Chabas (1843 - 1918). Em 1907, passou a ser também um dos cabarés mais famosos do Brasil. Era também um hotel. Ela vendeu o estabelecimento, em torno de 1911, para a Companhia Cervejaria Brahma. Continuou funcionando e também era chamado de Restaurante Igrejinha. Foi demolido em 1934. Em 1935, no local, foi aberto o Casino Balneario Atlantico, demolido na década de 1970. Em 1974, foi lançado o Shopping Cassino Atlântico e um hotel. O Hotel Rio Palace foi inaugurado, em 1979, e depois foi arrendado pelo Grupo Accor dono da marca Sofitel. O Hotel Fairmont Copacabana substituiu o Sofitel, tendo sido aberto em 2019.
Torres
Copacabana
circa 1907