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Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Vista geral da Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central, até 1912), em direção à Praça Mauá. À esquerda, na altura da bifurcação com a Rua Miguel Couto (antiga dos Ourives), esquina da Rua do Rosário, está a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte. Projetada pelo brigadeiro português José Fernandes Pinto Alpoim, levou longos 100 anos para ser concluída: iniciada em 1735, só foi definitivamente terminada em 1835. À direita, no primeiro plano, na esquina com a Rua do Ouvidor, o magazine Colombo, primeira casa comercial da avenida. No mesmo lado, entre as duas torres, a cúpula da Igreja da Candelária.
José dos Santos Affonso
Centro
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Vista noturna da Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central, até 1912. Totalmente iluminada, a avenida recebeu 55 lâmpadários de luz elétrica, instalados pela Light em 15 de novembro de 1905, por ocasião da inauguração do segundo trecho da avenida. Nas calçadas foram instalados lampiões à gás. À esquerda da imagem, parte do Theatro Municipal e da Praça Marechal Floriano.
Photo Lopes Rio
Centro
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Autoria não identificada
Centro, antiga Avenida Central
circa 1930

Fachada da loja "A Elegante"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada da loja "A Elegante"
Fachada da loja "A Elegante". Loja de artigos para homens, mulheres e crianças. Vendia "novidades" vindas de Paris, Londres e Berlim. Localizava-se na avenida Rio Branco, na Reis Callado & Lopes.
Antonio Luiz Ferreira
Avenida Rio Branco nº 169 (antiga avenida Central) ; Centro
circa 1915

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
A. C. da Costa Ribeiro
Centro
circa 1920

Palace Hotel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palace Hotel
Vista do Palace Hotel, na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Almirante Barroso, também conhecido como Hotel Guinle. Á direita, na Rua Almirante Barroso, o Teatro Phenix e, ao fundo, parte do Morro do Castelo. O escritório Januzzi & Irmão foi responsável pelos projetos do edifício do Palace Hotel, na Avenida Rio Branco e do Teatro Phenix - aprovado em 14 de novembro de 1906. Os empreendimentos pertenciam à Eduardo Guinle (1846 - 1912), patriarca da abastada e influente família Guinle. A obra do Palace ficou pronta em torno de 1915, mas o hotel só foi inaugurado, em julho de 1919, sob a gerência de Octávio Guinle (1886 – 1968), filho de Eduardo. Foi demolido entre 1950 e 1951. O Teatro Phenix foi inaugurado em fevereiro de 1914. Desde o início foi arrendado a terceiros. Abrigou um cassino, foi dancing e várias vezes cinema, tendo ficado fechado durante alguns períodos até sua total demolição, entre 1957 e 1958.
A. C. da Costa Ribeiro
Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central), esquina com Almirante Barroso ; Centro
circa 1919

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
Augusto Malta
Centro
circa 1918

Avenida Rio Branco; destaque para a Praça Marechal Floriano, Biblioteca Nacional e Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco; destaque para a Praça Marechal Floriano, Biblioteca Nacional e Teatro Municipal
Augusto Malta
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1918

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começaram as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestres calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi aberta ao tráfego em 1905.
Photo Lopes Rio
Avenida Presidente Wilson ; Centro
circa 1917

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