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Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Autoria não identificada
Centro, antiga Avenida Central
circa 1930

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Papelaria e Typographia Botelho
Centro
circa 1912

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
A. C. da Costa Ribeiro
Centro
circa 1920

Palace Hotel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palace Hotel
Vista do Palace Hotel, na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Almirante Barroso, também conhecido como Hotel Guinle. Á direita, na Rua Almirante Barroso, o Teatro Phenix e, ao fundo, parte do Morro do Castelo. O escritório Januzzi & Irmão foi responsável pelos projetos do edifício do Palace Hotel, na Avenida Rio Branco e do Teatro Phenix - aprovado em 14 de novembro de 1906. Os empreendimentos pertenciam à Eduardo Guinle (1846 - 1912), patriarca da abastada e influente família Guinle. A obra do Palace ficou pronta em torno de 1915, mas o hotel só foi inaugurado, em julho de 1919, sob a gerência de Octávio Guinle (1886 – 1968), filho de Eduardo. Foi demolido entre 1950 e 1951. O Teatro Phenix foi inaugurado em fevereiro de 1914. Desde o início foi arrendado a terceiros. Abrigou um cassino, foi dancing e várias vezes cinema, tendo ficado fechado durante alguns períodos até sua total demolição, entre 1957 e 1958.
A. C. da Costa Ribeiro
Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central), esquina com Almirante Barroso ; Centro
circa 1919

Avenida Rio Branco
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Os primeiros ônibus do Rio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Os primeiros ônibus do Rio
Os primeiros modelos de veículos de transporte coletivo movidos a vapor surgiram entre os séculos XVIII e XIX, com o advento da revolução industrial inglesa. No Brasil, a cidade do Rio de Janeiro foi a primeira na qual circulou um ônibus, ainda movido a tração animal. Em 1908, o serviço de auto-ônibus foi inaugurado na cidade fazendo o percurso Praça Mauá-Passeio Público e, eventualmente, Av. Central-Praia Vermelha. A concessionária Auto-Avenida assinava em 1911 contrato com a Prefeitura para estabelecer um serviço definitivo entre a Avenida e a Praia Vermelha. Em 1913, outro contrato foi firmado, com uma empresa diferente, para a instalação de uma linha entre a Av. Central e a Praça Tiradentes. Em 1917, a Prefeitura aprova as plantas para um novo tipo de auto-ônibus cujos carros, construídos nos EUA, seriam movidos a eletricidade. Finalmente em agosto de 1918 inaugurou-se o serviço, sendo a concessão transferida em dezembro do mesmo ano para a companhia Light.
Augusto Malta
Avenida Rio Branco
circa 1917