Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: José Medeiros
028JMOR028.jpg
Lambe-lambe
Lambe-Lambe, ou ventania, mão-no-saco e bufete, são denominações recorrentes no Brasil afora para os já praticamente extintos fotógrafos instantâneos. Na maioria das vezes anônimos, desenvolviam suas atividades principalmente em praças e jardins públicos do país. Os anos 1920, 30 e 40 são considerados o período de ouro da prática dos lambe-lambe, época em que produziam retratos no formato até 9x12cm. Já nos anos 1950, atendendo à demanda da clientela, os fotógrafos passam a produzir somente retratos para documentos, do tipo 3x4cm, e começavam a ter suas atividades desvalorizadas em função da proliferação de estúdios fotográficos. A origem do termo lambe-lambe gera algumas controvérsias entre os especialistas, mas é possível que tenha surgido devido a um teste que se fazia para verificar de que lado estava a emulsão da chapa: para evitar que a chapa com a emulsão fosse colocada voltada para o fundo do chassi (o que a deixaria fora do plano focal), os fotógrafos molhariam com saliva a ponta dos dedos indicador e polegar e fariam pressão sobre a superfície do material sensível em um dos cantos, para evitar manchas, e o lado em que estivesse a emulsão seria identificado ao produzir um leve efeito de "colagem" no dedo.
José Medeiros
Praia do José Menino
circa 1950

Bicicletas na praia
Arquivo/Coleção: José Medeiros
028JMOR027.jpg
Bicicletas na praia
Lambe-Lambe, ou ventania, mão-no-saco e bufete, são denominações recorrentes no Brasil afora para os já praticamente extintos fotógrafos instantâneos. Na maioria das vezes anônimos, desenvolviam suas atividades principalmente em praças e jardins públicos do país. Os anos 1920, 30 e 40 são considerados o período de ouro da prática dos lambe-lambe, época em que produziam retratos no formato até 9x12cm. Já nos anos 1950, atendendo à demanda da clientela, os fotógrafos passam a produzir somente retratos para documentos, do tipo 3x4cm, e começavam a ter suas atividades desvalorizadas em função da proliferação de estúdios fotográficos. A origem do termo lambe-lambe gera algumas controvérsias entre os especialistas, mas é possível que tenha surgido devido a um teste que se fazia para verificar de que lado estava a emulsão da chapa: para evitar que a chapa com a emulsão fosse colocada voltada para o fundo do chassi (o que a deixaria fora do plano focal), os fotógrafos molhariam com saliva a ponta dos dedos indicador e polegar e fariam pressão sobre a superfície do material sensível em um dos cantos, para evitar manchas, e o lado em que estivesse a emulsão seria identificado ao produzir um leve efeito de "colagem" no dedo.
José Medeiros
Praia do José Menino
circa 1955

Ilha de São Sebastião
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010SPIL26577_1.jpg
Ilha de São Sebastião
A Ilha de São Sebastião se destaca como um dos acidentes geográficos mais elevados e salientes do litoral paulista, tendo como pontos culminantes o Pico de São Sebastião, com 1379 metros de altitude; o Morro do Papagaio, com 1307 metros; e o Morro da Serraria, com 1285 metros.
Marcel Gautherot
Ilha de São Sebastião
circa 1967

Ilha da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJNI26981.jpg
Ilha da Boa Viagem
Dois monumentos arquitetônicos coloniais encontram-se na Ilha da Boa Viagem, localizada na Baía de Guanabara, em Niterói: a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem e o Forte da Boa Viagem, inicialmente chamado de Forte da Barra. A ilha é ligada ao continente por uma ponte.
Marcel Gautherot
Boa Viagem
circa 1967

Ilha da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJNI26980.jpg
Ilha da Boa Viagem
Dois monumentos arquitetônicos coloniais encontram-se na Ilha da Boa Viagem, localizada na Baía de Guanabara, em Niterói: a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem e o Forte da Boa Viagem, inicialmente chamado de Forte da Barra. A ilha é ligada ao continente por uma ponte.
Marcel Gautherot
Boa Viagem
circa 1967