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Panorama de Botafogo a partir do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama de Botafogo a partir do Pão de Açúcar
Maison Chic
Pão de Açúcar ; Urca
circa 1935

Praia de Botafogo e o Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Botafogo e o Cristo Redentor
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Autoria não identificada
Praça Oswaldo Cruz ; Botafogo
circa 1940

Vista da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da enseada de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Autoria não identificada
Avenida Infante Dom Henrique ; Botafogo
circa 1940

Vista da Baía de Guanabara; a partir da região da Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Baía de Guanabara; a partir da região da Praça Mauá
Alfredo Krausz
Praça Mauá ; Centro
circa 1933

Região da Praça XV de Novembro; vista a partir da baía de Guanabara
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Região da Praça XV de Novembro; vista a partir da baía de Guanabara
Alfredo Krausz
Baía de Guanabara ; Centro
circa 1933

Barcos na Baía de Guanabara; na região da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Barcos na Baía de Guanabara; na região da Praça XV de Novembro
Alfredo Krausz
Baía de Guanabara ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1933

Vista tomada do morro do Pão de Açucar; baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista tomada do morro do Pão de Açucar; baía de Guanabara
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Vista da Baía de Guanabara; tomada do Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Baía de Guanabara; tomada do Morro do Pão de Açucar
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Vista da cidade; a partir do Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da cidade; a partir do Cristo Redentor
Destaque para o Pão de Açucar.
Alfredo Krausz
Floresta da Tijuca
circa 1933