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Torrefação de mate
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0080.jpg
Torrefação de mate
Hermann Meyer
RS
circa 1898

Colônia Xingu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0005.jpg
Colônia Xingu
As terras que viriam a se transformar na Colônia Xingu foram as primeiras adquiridas pelo alemão Herrmann Meyer no Rio Grande do Sul, em 1897, através de seu agente Carlos Dhein. A colônia foi nomeada Xingu em homenagem à região homônima no Mato Grosso, para onde Meyer havia ido, participando de três expedições. As terras, que haviam pertencido à viúva Maria Rita do Espírito Santo, foram adquiridas com o propósito de serem divididas em lotes e vendidas para colonos, em sua maioria alemães. Segundo pesquisadores, o desenvolvimento da colônia foi bastante lento, já que Dhein sonhava ainda com núcleos coloniais no Uruguai e muitos dos possíveis colonos concentravam sua atenção na colônia de Neu-Württemberg, futura cidade de Panambi.
Hermann Meyer
RS
circa 1895

Caminho do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0154.jpg
Caminho do Corcovado
Originalmente chamado de pináculo da Tentação, no século XVI, em alusão à uma passagem bíblica, o morro do Corcovado foi rebatizado por lembrar uma corcova, no século XVII. Dois anos após a proclamação de independência, Dom Pedro I organizou uma expedição de subida ao cume do monte. Tido como um dos símbolos da cidade, o morro ganhou importância e projeção internacional após a inauguração da estátua do Cristo Redentor em 1931.
Hermann Meyer
Corcovado
circa 1895

Aldeia dos indígenas Kuikuro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0089.jpg
Aldeia dos indígenas Kuikuro
Os kuikuro constituem atualmente o maior grupo indígena do Alto Xingu. Os kuikuro pertencem ao tronco lingüístico carib, e teriam penetrado a região xinguana na primeira metade do século XVIII, vindos do leste. Segundo a tradição dos próprios indígenas, sua origem teria se dado após a separação de um grupo liderado por alguns chefes do antigo complexo das aldeias de oti ("campo"), situada no alto curso do rio Burití, provavelmente em meados do século XIX. Os que ficaram em óti teriam dado origem ao grupo que hoje é chamado de Matipu.
Hermann Meyer
Rio Xingu
circa 1895

Indígena Kamaiurá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0088.jpg
Indígena Kamaiurá
Os Kamaiurá, que ocupam a região do Alto Xingu, são pertencentes ao grupo lingüístico tupi-guarani. Juntamente com outros povos que ocupam o Xingu, eles participam de rituais intergrupais como o Kwarup (ou Quarup, a festa dos mortos), o Jawari (festa de celebração dos guerreiros) e o Moitará (encontro para trocas formalizadas). Segundo pesquisadores, os primeiros contatos dos kamaiurá com os não-indígenas teria sido na década de 1880, na expedição do etnólogo alemão Karl von den Stein.
Hermann Meyer
Rio Xingu
circa 1895