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Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A beleza maldita apreendida De Cor
Entrevista
Severino Francisco
Brasília
setembro de 1988

-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Archive/Collection: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Cacaso, o poeta silencioso
Notícia
Não identificado
Brasília
29 de dezembro de 1987

Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O último poema assinado com seu próprio silêncio
Artigo
Turiba
Brasília
6 de novembro de 1983

"A Justiça", escultura de Alfredo Ceschiatti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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"A Justiça", escultura de Alfredo Ceschiatti
Escultura "A Justiça", em Brasília. Em granito, fica em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal. Ficou pronta em 1961. A representação da Justiça como figura feminina remonta a retratações de Themis e Iustitia na mitologia antiga. Themis, conhecida por sua percepção aguçada e julgamento perspicaz, foi a deusa grega da Justiça e das Leis. Na mitologia romana, Iustitia foi uma das quatro virtudes, juntamente com Prudência, Fortitude e Temperança. Fonte: Secretaria de Educação do Governo do Paraná e site do Supremo Tribunal Federal Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte, 1 de setembro de 1918 — 1989) foi escultor, desenhista e professor brasileiro. Fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes e ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (UnB). Ficou conhecido por criar obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer. Escultura "A Justiça", em Brasília. Em granito, fica em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal. Ficou pronta em 1961. A representação da Justiça como figura feminina remonta a retratações de Themis e Iustitia na mitologia antiga. Themis, Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte, 1 de setembro de 1918 — 1989) foi escultor, desenhista e professor brasileiro. Fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes e ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (UnB). Ficou conhecido por criar obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer. Supremo Tribunal Federal (STF) é a mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil e acumula competências típicas de Suprema Corte (tribunal de última instância) e Tribunal Constitucional (que julga questões de constitucionalidade independentemente de litígios concretos). Sua função institucional fundamental é de servir como guardião da Constituição Federal de 1988, apreciando casos que envolvam lesão ou ameaça a esta última.
Marcel Gautherot
Supremo Tribunal Federal
circa 1975

"A Justiça", escultura de Alfredo Ceschiatti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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"A Justiça", escultura de Alfredo Ceschiatti
Escultura "A Justiça", em Brasília. Em granito, fica em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal. Ficou pronta em 1961. A representação da Justiça como figura feminina remonta a retratações de Themis e Iustitia na mitologia antiga. Themis, conhecida por sua percepção aguçada e julgamento perspicaz, foi a deusa grega da Justiça e das Leis. Na mitologia romana, Iustitia foi uma das quatro virtudes, juntamente com Prudência, Fortitude e Temperança. Fonte: Secretaria de Educação do Governo do Paraná e site do Supremo Tribunal Federal Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte, 1 de setembro de 1918 — 1989) foi escultor, desenhista e professor brasileiro. Fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes e ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (UnB). Ficou conhecido por criar obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer. Escultura "A Justiça", em Brasília. Em granito, fica em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal. Ficou pronta em 1961. A representação da Justiça como figura feminina remonta a retratações de Themis e Iustitia na mitologia antiga. Themis, Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte, 1 de setembro de 1918 — 1989) foi escultor, desenhista e professor brasileiro. Fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes e ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (UnB). Ficou conhecido por criar obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer. Supremo Tribunal Federal (STF) é a mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil e acumula competências típicas de Suprema Corte (tribunal de última instância) e Tribunal Constitucional (que julga questões de constitucionalidade independentemente de litígios concretos). Sua função institucional fundamental é de servir como guardião da Constituição Federal de 1988, apreciando casos que envolvam lesão ou ameaça a esta última.
Marcel Gautherot
Supremo Tribunal Federal
circa 1975

Escultura de Bruno Giorgi
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Escultura de Bruno Giorgi
Bruno Giorgi (Mococa SP 1905 - Rio de Janeiro RJ 1993). Escultor. Muda-se com a família para Itália, e fixa-se em Roma em 1913. Em 1920, inicia estudos de desenho e escultura com o professor Loss. Participa de movimentos antifascistas. Em 1931, é preso por motivos políticos e condenado a sete anos de prisão. É extraditado para o Brasil em 1935, por intervenção do embaixador brasileiro na Itália. Em São Paulo, trava contato com Joaquim Figueira (1904 - 1943) e Alfredo Volpi (1896 - 1988). Em 1937, viaja para Paris e freqüenta as academias La Grand Chaumière e Ranson, onde estuda com Aristide Maillol (1861 - 1944). Em 1939, retorna a São Paulo e convive com Mário de Andrade (1893 - 1945), Lasar Segall (1891 - 1957), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Sérgio Milliet (1898 - 1966), entre outros. Começa a praticar desenho de modelo-vivo e pintura com os artistas do Grupo Santa Helena e integra a Família Artística Paulista - FAP. Em 1943, transfere-se para o Rio de Janeiro. A convite do ministro Gustavo Capanema (1900 - 1985) instala ateliê no antigo Hospício da Praia Vermelha, onde orienta jovens artistas como Francisco Stockinger (1919). Possui obras em espaços públicos como Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do antigo Ministério da Educação e Saúde - MES, atual Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na praça dos Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; e Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo (Enciclopédia Itaú Cultural).
Marcel Gautherot
Brasília
circa 1976

Escultura de Bruno Giorgi
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Escultura de Bruno Giorgi
Bruno Giorgi (Mococa SP 1905 - Rio de Janeiro RJ 1993). Escultor. Muda-se com a família para Itália, e fixa-se em Roma em 1913. Em 1920, inicia estudos de desenho e escultura com o professor Loss. Participa de movimentos antifascistas. Em 1931, é preso por motivos políticos e condenado a sete anos de prisão. É extraditado para o Brasil em 1935, por intervenção do embaixador brasileiro na Itália. Em São Paulo, trava contato com Joaquim Figueira (1904 - 1943) e Alfredo Volpi (1896 - 1988). Em 1937, viaja para Paris e freqüenta as academias La Grand Chaumière e Ranson, onde estuda com Aristide Maillol (1861 - 1944). Em 1939, retorna a São Paulo e convive com Mário de Andrade (1893 - 1945), Lasar Segall (1891 - 1957), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Sérgio Milliet (1898 - 1966), entre outros. Começa a praticar desenho de modelo-vivo e pintura com os artistas do Grupo Santa Helena e integra a Família Artística Paulista - FAP. Em 1943, transfere-se para o Rio de Janeiro. A convite do ministro Gustavo Capanema (1900 - 1985) instala ateliê no antigo Hospício da Praia Vermelha, onde orienta jovens artistas como Francisco Stockinger (1919). Possui obras em espaços públicos como Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do antigo Ministério da Educação e Saúde - MES, atual Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na praça dos Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; e Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo (Enciclopédia Itaú Cultural).
Marcel Gautherot
Brasília
circa 1976

Escultura de Bruno Giorgi
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Escultura de Bruno Giorgi
Bruno Giorgi (Mococa SP 1905 - Rio de Janeiro RJ 1993). Escultor. Muda-se com a família para Itália, e fixa-se em Roma em 1913. Em 1920, inicia estudos de desenho e escultura com o professor Loss. Participa de movimentos antifascistas. Em 1931, é preso por motivos políticos e condenado a sete anos de prisão. É extraditado para o Brasil em 1935, por intervenção do embaixador brasileiro na Itália. Em São Paulo, trava contato com Joaquim Figueira (1904 - 1943) e Alfredo Volpi (1896 - 1988). Em 1937, viaja para Paris e freqüenta as academias La Grand Chaumière e Ranson, onde estuda com Aristide Maillol (1861 - 1944). Em 1939, retorna a São Paulo e convive com Mário de Andrade (1893 - 1945), Lasar Segall (1891 - 1957), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Sérgio Milliet (1898 - 1966), entre outros. Começa a praticar desenho de modelo-vivo e pintura com os artistas do Grupo Santa Helena e integra a Família Artística Paulista - FAP. Em 1943, transfere-se para o Rio de Janeiro. A convite do ministro Gustavo Capanema (1900 - 1985) instala ateliê no antigo Hospício da Praia Vermelha, onde orienta jovens artistas como Francisco Stockinger (1919). Possui obras em espaços públicos como Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do antigo Ministério da Educação e Saúde - MES, atual Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na praça dos Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; e Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo (Enciclopédia Itaú Cultural).
Marcel Gautherot
Brasília
circa 1976

Escultura de Bruno Giorgi
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Escultura de Bruno Giorgi
Bruno Giorgi (Mococa SP 1905 - Rio de Janeiro RJ 1993). Escultor. Muda-se com a família para Itália, e fixa-se em Roma em 1913. Em 1920, inicia estudos de desenho e escultura com o professor Loss. Participa de movimentos antifascistas. Em 1931, é preso por motivos políticos e condenado a sete anos de prisão. É extraditado para o Brasil em 1935, por intervenção do embaixador brasileiro na Itália. Em São Paulo, trava contato com Joaquim Figueira (1904 - 1943) e Alfredo Volpi (1896 - 1988). Em 1937, viaja para Paris e freqüenta as academias La Grand Chaumière e Ranson, onde estuda com Aristide Maillol (1861 - 1944). Em 1939, retorna a São Paulo e convive com Mário de Andrade (1893 - 1945), Lasar Segall (1891 - 1957), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Sérgio Milliet (1898 - 1966), entre outros. Começa a praticar desenho de modelo-vivo e pintura com os artistas do Grupo Santa Helena e integra a Família Artística Paulista - FAP. Em 1943, transfere-se para o Rio de Janeiro. A convite do ministro Gustavo Capanema (1900 - 1985) instala ateliê no antigo Hospício da Praia Vermelha, onde orienta jovens artistas como Francisco Stockinger (1919). Possui obras em espaços públicos como Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do antigo Ministério da Educação e Saúde - MES, atual Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na praça dos Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; e Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo (Enciclopédia Itaú Cultural).
Marcel Gautherot
Brasília
circa 1976