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Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Theatro Municipal
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Theatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé.
A. Ribeiro
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1919

Construção da Cinelândia (Praça Marechal Floriano); e, ao fundo, os prédios do Conselho Municipal do Rio de Janeiro e do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Construção da Cinelândia (Praça Marechal Floriano); e, ao fundo, os prédios do Conselho Municipal do Rio de Janeiro e do Teatro Municipal
Antiga Escola de São José, depois Conselho Municipal, localizado no largo da Mãe do Bispo, atual Praça Marechal Floriano. Em 1918 o prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro é demolido e no mesmo local, em 1920, começam as obras do Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923.
Autoria não identificada
Tomada da Avenida Rio Branco, nas imediações da Rua Santa Luzia ; Centro
circa 1925

Avenida Central, atual Rio Branco, tomada das imediações da Rua Pedro Lessa
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Avenida Central, atual Rio Branco, tomada das imediações da Rua Pedro Lessa
À esquerda, o Morro de Santo Antônio
Autoria não identificada
Rua Pedro Lessa ; Praça Marechal Floriano ; Centro
circa 1916

Teatro Lírico
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Teatro Lírico
Autoria não identificada
Largo da Carioca ; Centro
circa 1928

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Teatro João Caetano
Autoria não identificada
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1922

Teatro Phenix
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Teatro Phenix
O escritório Januzzi & Irmão foi responsável pelo projeto do Teatro Phenix - aprovado em 14 de novembro de 1906. O empreendimento pertencia à Eduardo Guinle (1846 - 1912), patriarca da abastada e influente família Guinle. Foi inaugurado em fevereiro de 1914. Desde o início foi arrendado a terceiros. Abrigou um cassino, foi dancing e várias vezes cinema, tendo ficado fechado durante alguns períodos até sua total demolição, entre 1957 e 1958.
Autoria não identificada
Avenida Almirante Barroso - Centro
circa 1922

Vista da Avenida Passos com o Teatro São Pedro de Alcântara, atual Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista da Avenida Passos com o Teatro São Pedro de Alcântara, atual Teatro João Caetano
Augusto Malta
Centro
circa 1920

Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro Municipal do Rio de Janeiro
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi inaugurado na Cinelândia, em 14 de julho de 1909 é um dos prédios mais bonitos e imponentes da cidade. Sua história mistura-se com a trajetória cultural do Brasil. Considerado uma das mais importantes salas de espetáculos da América do Sul, ao longo de seus 108 anos recebeu grandes artistas nacionais e internacionais, como as cantoras Bidu Sayão (1902 – 1999), Maria Callas (1923 – 1977) e Renalta Tebaldi (1922 – 2004); os maestros Arturo Toscanini (1867 – 1957), Igor Stravinsky (1882 – 1971) e Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959); a atriz Sarah Bernhardt (1844 – 1923) e os bailarinos Margot Fonteyn (1919 – 1991), Rudolf Nureyev (1938 – 1993), Ana Botafogo (1957-) e Mikhail Baryshnikov (1948-); além de importantes personalidades como o papa Francisco (1936-) e o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (1961-). Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1912

Praça Marechal Floriano (Cinelândia); Monumento ao Marechal Floriano Peixoto e Teatro Municipal
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Praça Marechal Floriano (Cinelândia); Monumento ao Marechal Floriano Peixoto e Teatro Municipal
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central) ; Centro
circa 1915

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