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Antonio Cândido
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Antonio Cândido
O escritor e ensaísta Antonio Candido de Mello e Souza nasceu no Rio de Janeiro em 24 de julho de 1918, e ainda pequeno foi para Minas Gerais, de onde é sua família. Considerado um dos principais críticos de literatura e cultura brasileira do século XX, foi professor na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, na Faculdade de Ciências e Letras de Assis, da Universidade Estadual Paulista, e no Instituto de Estudos da Linguagem, da Universidade Estadual de Campinas. Atuante também em movimentos e partidos políticos, lutou contra o Estado Novo na década de 1940 e em 1980 foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Artesanato
Archive/Collection: Madalena Schwartz
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Artesanato
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Olga de Alaqueto
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Olga de Alaqueto
Olga Francisca Régis, mais conhecida como Olga de Alaketu, era ialorixá (mãe de santo) do terreiro do Alaketu, em Salvador, Bahia. Mãe Olga era filha de Dionísia Francisca Régis, descendente de Otampe Ojaro. Segundo a tradição, o terreiro foi fundado no século XVIII por uma africana originária de Ketu, no Daomé, que veio para o Brasil aos 9 anos. Aqui recebeu o nome de Maria do Rosário, mas seu nome africano era Otampe Ojaro. A roça foi consagrada a Oxossi, orixá do Ketu, e a casa construída no terreno foi dedicada a Oxumaré. Olga faleceu em 20 de setembro de 2005.
Madalena Schwartz
Brasil
circa 1984

Olga de Alaqueto
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Olga de Alaqueto
Olga Francisca Régis, mais conhecida como Olga de Alaketu, era ialorixá (mãe de santo) do terreiro do Alaketu, em Salvador, Bahia. Mãe Olga era filha de Dionísia Francisca Régis, descendente de Otampe Ojaro. Segundo a tradição, o terreiro foi fundado no século XVIII por uma africana originária de Ketu, no Daomé, que veio para o Brasil aos 9 anos. Aqui recebeu o nome de Maria do Rosário, mas seu nome africano era Otampe Ojaro. A roça foi consagrada a Oxossi, orixá do Ketu, e a casa construída no terreno foi dedicada a Oxumaré. Olga faleceu em 20 de setembro de 2005.
Madalena Schwartz
Brasil
circa 1984

Clementina de Jesus
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Clementina de Jesus
Clementina de Jesus nasceu em Valença, interior do Rio de Janeiro, em 1901. Ainda menina mudou-se com a família para o bairro de Oswaldo Cruz, subúrbio carioca, berço da tradicional escola de samba Portela. Clementina, aliás, freqüentava desde cedo as rodas de samba da região. Na década de 1940 casou-se e foi morar na Mangueira. Por mais de 20 anos trabalhou como empregada doméstica, até que em 1963 foi "descoberta" por Hermínio Bello de Carvalho, que a levou para participar do show Rosa de Ouro, que fez enorme sucesso na época e acabou virando disco. Com um belo timbre vocal, era considerada a rainha do partido alto, e além de sambas cantava corimás, jongos e cantos de trabalho. Faleceu em 19 de julho de 1987, no Rio de Janeiro.
Madalena Schwartz
Brasil
circa 1978

Ismael Ivo
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Ismael Ivo
O coreógrafo e bailarino Ismael Ivo nasceu na periferia de São Paulo, no berço de uma família humilde. No início dos anos 1980 deixou o Brasil e tornou-se um dos mais bem conceituados bailarinos em atividade. Depois de uma passagem pelos Estados Unidos estabeleceu-se na Alemanha, onde esteve por quatro anos à frente da companhia de dança-teatro do Deutsches Nationaltheater Weimar.
Madalena Schwartz
Brasil
circa 1978

Vendedora de Cajus
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Vendedora de Cajus
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Carregador de Bananas
Archive/Collection: Madalena Schwartz
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Carregador de Bananas
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1981

Festa de Iemanjá
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Festa de Iemanjá
Considerada a Rainha do Mar no candomblé e na umbanda, Iemanjá é festejada pelos adeptos dos cultos afro-brasileiros no dia 2 de fevereiro. Orixá de origem africana, seu culto chegou ao Brasil no século XVI trazido por escravos, e seus festejos mais antigos no país são feitos na cidade de Salvador, Bahia.
Madalena Schwartz
Santos
circa 1985