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Venda na Colônia Conde d’Eu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0112.jpg
Venda na Colônia Conde d’Eu
A colônia Conde d'Eu, foi formada em 1870 na Encosta Superior do Nordeste, sendo o primeiro núcleo de colonização na região serrana do Rio Grande do Sul. Nomeada em homenagem ao marido da princesa Isabel, os primeiros colonos que aí estabeleceram-se foram alemães, os quais encontraram na região algumas famílias indígenas. O fluxo imigratório aumentou em 1874, com a chegada principalmente de italianos, além de suíços, franceses, austríacos e poloneses. No início de 1900 novo fluxo de imigração atingiu a colônia, agora com a chegada de famílias sírio-libanesas, que dedicaram-se ao comércio. Também em 1900, no dia 31 de outubro, a colônia foi elevada à categoria de município, sendo batizada Garibaldi em homenagem ao italiano Giuseppe Garibaldi, um dos heróis da Revolução Farroupilha.
Hermann Meyer
Colônia Conde d'Eu
circa 1898

Venda italiana
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0107.jpg
Venda italiana
A colônia de Alfredo Chaves foi instalada em 1884 nas proximidades local conhecido com Roça Reúna, atualmente pertencente ao município de Lagoa Vermelha. Os primeiros imigrantes italianos eram oriundos principalmente das províncias de Treviso, Pádua, Cremona, Mântua, Belluno, Tirol e Vicenza. Posteriormente começaram a chegar também imigrantes poloneses, e em 1898 a colônia passou à categoria de vila. Como já havia uma cidade no Espírito Santo com o nome Alfredo Chaves, o município que se constituía foi renomeado Veranópolis, que significa "cidade veraneio".
Hermann Meyer
Colônia Alfredo Chaves
circa 1898

Venda italiana
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0106.jpg
Venda italiana
A colônia de Alfredo Chaves foi instalada em 1884 nas proximidades local conhecido com Roça Reúna, atualmente pertencente ao município de Lagoa Vermelha. Os primeiros imigrantes italianos eram oriundos principalmente das províncias de Treviso, Pádua, Cremona, Mântua, Belluno, Tirol e Vicenza. Posteriormente começaram a chegar também imigrantes poloneses, e em 1898 a colônia passou à categoria de vila. Como já havia uma cidade no Espírito Santo com o nome Alfredo Chaves, o município que se constituía foi renomeado Veranópolis, que significa "cidade veraneio".
Hermann Meyer
Colônia Alfredo Chaves
circa 1898

Pequena venda da família Kork
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0062.jpg
Pequena venda da família Kork
Autoria não identificada
RS
circa 1898

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0030.jpg
Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
A praia do Peixe ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal. Depois de construído o cais que seria chamado Pharoux (onde hoje é a Praça XV), ficou limitado ao trecho entre o Largo do Paço e a Alfândega. Foi ali que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Ao lado do mercado havia um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praia do Peixe (região da Praça XV)
circa 1890

Mercado da Praia do Peixe; ao fundo, o Hotel Machado, na Rua do Ouvidor com a Rua Clapp (atual Orla Prefeito Luiz Paulo Conde)
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Mercado da Praia do Peixe; ao fundo, o Hotel Machado, na Rua do Ouvidor com a Rua Clapp (atual Orla Prefeito Luiz Paulo Conde)
Juan Gutierrez
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1892

Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe
Marc Ferrez
Cais Pharoux ; Centro
circa 1895

Mercado da praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da praia do Peixe
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Vendedora de miudezas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vendedora de miudezas
Marc Ferrez fez uma série de fotografias sobre vendedores ambulantes que circulavam pela cidade no final do século XIX. Ele andava com uma lona que colocava atrás das pessoas, transformando a rua em um estúdio ao ar livre, tornando possível que os tipos fossem fotografados onde quer que Ferrez os encontrasse.
Gomes Junior
Rio de Janeiro
circa 1899

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