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Paranoia: “os comerciantes são piedosos"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “os comerciantes são piedosos"
Cenas da cidade de São Paulo. Pessoas passam por loja com vitrines e letreiro onde se lê "um presente para você".
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALFE13456-13465.jpg
Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1958

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALFE13456.jpg
Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1958

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALFE13457.jpg
Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1958

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