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Vista de parte do bairro de São Domingos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista de parte do bairro de São Domingos
Fotografia tirada no bairro de São Domingos, na cidade de Niterói. Na paisagem, está a baía de Guanabara e a pedra do corcovado.
Albert Frisch
São Domingos
circa 1865

Porto de São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Porto de São Domingos
Fotografia tirada do Morro de São João, retrata o Porto de São Domingos, com seu casario da Rua da Praia (atual Visconde do Rio Branco) e o Hotel de France ao fundo. À direita podemos ver a ponte de embarque das lanchas para o Rio de Janeiro. Ficava na freguesia de São Domingos a sede da Presidência da Província Fluminense.
Augusto Stahl
São Domingos
1859

São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Domingos
Vista da Praia de São Domingos, com a fortaleza do Gragoatá à direita. Na ponta do Gragoatá, logo depois de São Domingos, está o morro conhecido como "Barreiras Vermelhas", que marcava o limite da antiga sesmaria doada ao cacique Araribóia. Ficava na freguesia de São Domingos a sede da Presidência da Província Fluminense.
Augusto Stahl
São Domingos
1865

Costa de São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Costa de São Domingos
Vista da Costa de São Domingos, em Niterói, um dos bairros mais antigos da cidade. A área pertencia inicialmente à Sesmaria dos Índios (doada ao Cacique Araribóia), tendo sido mais tarde ocupada pelos colonizadores portugueses. Foram estes que fundaram uma propriedade agrícola com plantação de cana-de-açúcar e engenho, além de uma capela hoje chamada de Igreja de São Domingos. Ao fundo, o maciço das montanhas cariocas, área da Floresta da Tijuca.
Augusto Stahl
São Domingos
1865

Vista aérea de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea de Niterói
Jorge Kfuri
São Domingos
circa 1921

São Domingos e a Embarcadeira
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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São Domingos e a Embarcadeira
Na fotografia original existe menção à Vila Real da Praia Grande, que em 1835 passou a se chamar Nictheroy.
Georges Leuzinger
São Domingos
circa 1866

São Domingos e a embarcadeira
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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São Domingos e a embarcadeira
São Domingos e a embarcadeira, com a vista do Rio de Janeiro ao fundo (destacando-se seus morros). O bairro, um dos mais antigos de Niterói, era área pertencente à Sesmaria dos índios. Foi ocupado pelo colonizador português, que em suas terras estabeleceu uma plantação de cana de açúcar e um engenho, além de fundar uma pequena igreja, a atual Igreja de São Domingos. Por volta de 1816, uma visita de D. João VI impulsionou o desenvolvimento do povoado fundado em torno do Largo de São Domingos. Um Alvará Régio elevava o povoado à condição de Vila Real, estabelecendo sua sede em São Domingos da Praia Grande. No entanto, por ser a área do largo pequena para o estabelecimento de prédios como o da Câmara e o da Cadeia, a sede da Vila foi deslocada para outro local, conhecido como antigo Campo de Dona Helena. A praia de São Domingos foi importantes porto de embarque e desembarque de vapores que faziam a comunicação entre o Rio e Niterói.
Georges Leuzinger
São Domingos
circa 1866

Solar do Jambeiro
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Solar do Jambeiro
O Solar do Jambeiro, construído originalmente em pedra e cal, foi erguido em 1872 pelo português Bento Joaquim Alves Pereira. É considerado um exemplar notável da arquitetura residencial urbana da época. O casarão, com fachadas revestidas de azulejos portugueses, ocupa o centro da grande chácara arborizada. Por breve período o solar foi ocupado por Bento Joaquim, sendo logo alugado ao médico Júlio Magalhães Calvet. De 1887 a 1888 foi ocupado pelo pintor Antônio Parreiras, que lá inaugurou uma exposição individual. Em 1892 o solar foi vendido ao diplomata dinamarquês Georg Christian Bartholdy, que, no entanto, alugou a propriedade diversas vezes, por conta de suas longas ausências em missões diplomáticas. Depois de sediar um clube, uma escola e servir de residência a outras famílias, a partir de 1920 a família Bartholdy passou a ocupar efetivamente o solar. Nos anos 1980 e 1990 o casarão esteve fechado, o que contribuiu para o processo de deterioração. Em 1997 foi arrendado pela Prefeitura de Niterói e passou a funcionar como um centro cultural.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Presidente Domiciano ; São Domingos
1970s

Solar do Jambeiro
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Solar do Jambeiro
O Solar do Jambeiro, construído originalmente em pedra e cal, foi erguido em 1872 pelo português Bento Joaquim Alves Pereira. É considerado um exemplar notável da arquitetura residencial urbana da época. O casarão, com fachadas revestidas de azulejos portugueses, ocupa o centro da grande chácara arborizada. Por breve período o solar foi ocupado por Bento Joaquim, sendo logo alugado ao médico Júlio Magalhães Calvet. De 1887 a 1888 foi ocupado pelo pintor Antônio Parreiras, que lá inaugurou uma exposição individual. Em 1892 o solar foi vendido ao diplomata dinamarquês Georg Christian Bartholdy, que, no entanto, alugou a propriedade diversas vezes, por conta de suas longas ausências em missões diplomáticas. Depois de sediar um clube, uma escola e servir de residência a outras famílias, a partir de 1920 a família Bartholdy passou a ocupar efetivamente o solar. Nos anos 1980 e 1990 o casarão esteve fechado, o que contribuiu para o processo de deterioração. Em 1997 foi arrendado pela Prefeitura de Niterói e passou a funcionar como um centro cultural.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Presidente Domiciano ; São Domingos
1970s