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Procissão de Bom Jesus dos Passos
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
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Procissão de Bom Jesus dos Passos
Contratante: Fama Publicidade.
Chico Albuquerque
Brasil
4 de maio de 1955

Família Xavier - Tereza Maria e Maria Regina com fantasias de carnaval
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
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Família Xavier - Tereza Maria e Maria Regina com fantasias de carnaval
Chico Albuquerque
São Paulo
1954

Quermesse
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
P003CXE62834-001.jpg
Quermesse
Agência contratante: Fama Publicidade.
Chico Albuquerque
São Paulo
7 de junho de 1956

Convidados de cerimônia de casamento.
Arquivo/Coleção: Peter Scheier
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Convidados de cerimônia de casamento.
Convidados chegam para primeira cerimônia de casamento em Brasília.
Peter Scheier
Asa Sul
1958

Carnaval
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Carnaval
José Medeiros
Boate Au Bon Gourmet
1952

Cena de carnaval
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Cena de carnaval
Até o final do século XIX, o Carnaval era celebrado com o Entrudo, folguedo tipicamente português em que as pessoas atiravam água, farinha e fuligem umas nas outras. No virar do século, o carnaval brasileiro foi se modificando e incorporando diversos elementos, desde a influência do carnaval veneziano, copiado pela aristocracia, até o surgimento de cordões, ranchos, blocos e escolas de samba, que acabaram por definir o carnaval carioca como é conhecido pelo mundo todo. Na década de 50, era muito comum os foliões se fantasiarem de palhaços, piratas, mulheres, dentre outras fantasias para animarem os cordões carnavalescos.
José Medeiros
Centro
circa 1950

Baile de carnaval no Hotel Copacabana Palace, à esquerda, Dercy Gonçalves
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Baile de carnaval no Hotel Copacabana Palace, à esquerda, Dercy Gonçalves
José Medeiros
Copacabana
1950

Baile de carnaval no Hotel Copacabana Palace
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Baile de carnaval no Hotel Copacabana Palace
José Medeiros
Copacabana
1950s

Ruth Amaral fantasiada de Guerreiro Romano, primeiro prêmio no Baile de Gala do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Ruth Amaral fantasiada de Guerreiro Romano, primeiro prêmio no Baile de Gala do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Theatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé.
José Medeiros
Cinelândia
1952