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Entrada de Maceió
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada de Maceió
Vista geral de Maceió, feita capital da província em 1839. Teve importante papel no cenário político nacional depois que foi feita capitania independente de Pernambuco, em 1817, sendo palco de uma série de sublevações como a Confederação do Equador (1824), Cabanada (1832/1835) e a Revolução Praieira (1849), entre outras. O nome Maceió teria surgido de um engenho de cana chamado Maçaió, palavra de origem indígena cujo significado é "terra alagada", que era como os índios chamavam a foz do rio Mundaú.
Abilio Coutinho
Maceió
1869

Rua do Comércio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Comércio
No verso do cartão outra fotografia de paisagem sem nenhuma informação.
Julien Boquel
Maceió
circa 1872

Baianas
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Baianas
As baianas são folguedos que compõem o diversificado folclore de Alagoas. Originária do sul de Pernambuco, a manifestação chegou a Alagoas inicialmente como clube de carnaval, fixando-se posteriormente como função natalina. É uma modificação rural do Maracatu, onde elementos do Pastoril e do Coco se misturam a danças e canções de influência religiosa negra.
Marcel Gautherot
Maceió
1952

José Medeiros (1921-1990)
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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José Medeiros (1921-1990)
Em janeiro de 1952, José Medeiros estava em Alagoas fotografando a Semana Nacional do Folclore. A matéria com as fotos saíram na revista Cruzeiro de fevereiro de 1952, na matéria "Folguedos das Alagoas". No centro, provavelmente, o folclorista Theo Brandão, que assinou a matéria com Luiz Alipio de Barros.
Marcel Gautherot
Maceió
1952

Guerreiros - José Medeiros fotografando
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALBA10302.jpg
Guerreiros - José Medeiros fotografando
Em janeiro de 1952, José Medeiros estava em Alagoas fotografando a Semana Nacional do Folclore. A matéria com as fotos saíram na revista Cruzeiro de fevereiro de 1952, na matéria "Folguedos das Alagoas". No centro, provavelmente, o folclorista Theo Brandão, que assinou a matéria com Luiz Alipio de Barros.
Marcel Gautherot
Maceió
1952

Cavalhada
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALCA00232-00242.jpg
Cavalhada
O Dicionário do Folclore Brasileiro, de Câmara Cascudo, registra cavalhada como desfile a cavalo, corrida de cavaleiros, jogos de canas, jogo de argolinhas. De origem ibérica, a cavalhada ou argolinha recorda os torneios eqüestres medievais. Chegou até os romanos, que a tinha como parte das procissões cívicas, triunfos e festividades sacras, depois a Portugal e, daí foi importada para o Brasil.
Marcel Gautherot
Maceió
1952

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955