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Visita do General Roca - desembarque no Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Visita do General Roca - desembarque no Arsenal da Marinha
Visita do General Roca ao Brasil, por ocasião do desfecho da questão do território das Missões.
Marc Ferrez
Atual Orla Prefeito Luiz Paulo Conde ; Centro
agosto de 1889

Inauguração da Praça 20 de Setembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Inauguração da Praça 20 de Setembro
F Garcia
Praça 20 de Setembro ; Centro
1910s

Parada militar de 7 de setembro na avenida Presidente Vargas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Parada militar de 7 de setembro na avenida Presidente Vargas
Desfile em comemoração ao dia da independência brasileira, proclamada por D. Pedro I em 7 de setembro de 1822. Destaque para o Palácio Duque de Caxias e para o prédio da Estação Central do Brasil.
Autoria não identificada
Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1945

Visita dos reis da Bélgica, excursão à Teresópolis; destaque para marinheiros prestando continência à bandeira
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita dos reis da Bélgica, excursão à Teresópolis; destaque para marinheiros prestando continência à bandeira
A visita do rei Alberto I da Bélgica (1875 – 1934) ao Brasil, entre 19 de setembro e 15 de outubro de 1920, foi a primeira realizada por uma monarca europeu à América do Sul (A Noite, 2 de junho de 1920). Ele veio acompanhado de sua esposa, a rainha Elisabeth (1876 – 1965), e o filho do casal, o príncipe Leopoldo (1901 – 1983), futuro rei Leopoldo III, juntou-se a eles no princípio de outubro. Durante sua estadia no país, o casal real foi sempre aclamado pela população e os jornais comumente referiam-se ao soberano como o “rei herói” ou o “rei soldado”, devido à sua atuação na Primeira Guerra Mundial (Jornal do Brasil, 8 de abril de 1920). No dia 28 de setembro de 1920, os reis belgas e a comitiva real foram para Teresópolis em companhia de Epitácio Pessoa e outras autoridades. Seguiram no vapor do presidente até a estação Piedade, onde passaram para um trem especial da Estrada de Ferro Teresópolis.
Guilherme Santos
Praça Mauá ; Centro
28 de setembro de 1920

Tropas na avenida Rio Branco; ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Tropas na avenida Rio Branco; ao fundo, o Morro do Castelo
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1915

Evento militar em frente à Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Evento militar em frente à Biblioteca Nacional
Guilherme Santos
Rua Evaristo da Veiga ; Centro
circa 1910

A Ladeira de Comercio, antigo Paço da Cidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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A Ladeira de Comercio, antigo Paço da Cidade
Guilherme Santos
Largo do Paço ; Centro
1912

Militares na Praça XV de Novembro, no dia da Constituinte de 1934
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Militares na Praça XV de Novembro, no dia da Constituinte de 1934
De novembro de 1933 a julho de 1934 o país viveu sob a égide da Assembléia Nacional Constituinte encarregada de elaborar a nova Constituição brasileira que iria substituir a Constituição de 1891. Foram meses de intensa articulação e disputa política entre o governo e os grupos que compunham a Constituinte. Para o primeiro, a futura ordenação jurídica do país deveria incorporar o conjunto de mudanças que vinham sendo promovidas nos campos social, político e econômico. Essas posições também eram defendidas por lideranças tenentistas eleitas para a Constituinte. Para a Igreja Católica, o momento era de afirmação e de maior intervenção na vida política do país. Já para os grupos oligárquicos, a nova Constituição deveria assegurar aos estados um papel de relevo. O maior desafio dos constituintes foi tentar encontrar caminhos capazes de atender a essa gama variada de projetos e interesses.
Guilherme Santos
Antiga Sé, Igreja de Nossa Senhora do Carmo ; Rua Primeiro de Março ; Praça XV de Novembro ; Centro
16 de julho de 1934

Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934
De novembro de 1933 a julho de 1934 o país viveu sob a égide da Assembléia Nacional Constituinte encarregada de elaborar a nova Constituição brasileira que iria substituir a Constituição de 1891. Foram meses de intensa articulação e disputa política entre o governo e os grupos que compunham a Constituinte. Para o primeiro, a futura ordenação jurídica do país deveria incorporar o conjunto de mudanças que vinham sendo promovidas nos campos social, político e econômico. Essas posições também eram defendidas por lideranças tenentistas eleitas para a Constituinte. Para a Igreja Católica, o momento era de afirmação e de maior intervenção na vida política do país. Já para os grupos oligárquicos, a nova Constituição deveria assegurar aos estados um papel de relevo. O maior desafio dos constituintes foi tentar encontrar caminhos capazes de atender a essa gama variada de projetos e interesses.
Guilherme Santos
Palácio Tiradentes, atual sede da ALERJ ; Rua Primeiro de Março ; Centro
16 de julho de 1934