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Estátua do Visconde de Mauá
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Estátua do Visconde de Mauá
Estátua do Visconde de Mauá, de autoria de Rodolfo Bernardelli, inaugurada em 01/10/1910. À esquerda, vê-se o início da Avenida Rio Branco. Retirada em outubro de 2011 devido às obras de construção do Túnel Rio 450 e de remoção do Elevado da Perimetral, a estátua foi restaurada e instalada em 2012 na Rua da Candelária, em frente à entrada do Palácio do Comércio. No dia 27/02/2015, foi reinserida no centro da Praça Mauá (entre o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio-MAR), onde se encontra atualmente. Visconde de Mauá [Irineu Evangelista de Sousa] (Arroio Grande, Jaguarão, RS, 28/12/1813 – Petrópolis, RJ, 21/10/1889): comerciante, armador, industrial e banqueiro. Considerado o primeiro grande industrial brasileiro. Rodolfo Bernardelli [José Maria Oscar Rodolpho Bernardelli y Thierry] (Guadalajara, México, 18/12/1852 - Rio de Janeiro, 07/04/1931): escultor, professor, pintor e desenhista. Irmão do pintor Henrique Bernadelli (Valparaíso, Chile, 15/07/1857 ou 1858 - Rio de Janeiro, 06/04/1936) e do pintor e músico Félix Bernardelli [Félix Atiliano Bernardelli ou Atiliano Félix Bernardelli] (Pelotas ou São Pedro do Sul, RS, 08/10/1862 ou 1866 - Guadalajara, México, 1905 ou 1908).
Praça Mauá - Centro
s.d.

Estátua de Teixeira de Freitas
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Estátua de Teixeira de Freitas
Estátua deTeixeira de Freitas, de autoria de Rodolfo Bernardelli, inaugurada em 07/08/1905 no antigo Largo de São Domingos. Em 1910 foi transferida para a Praça Paris. Desde 1993, encontra-se na Avenida Marechal Câmara, próxima ao prédio da Ordem dos Advogados do Brasil. Teixeira de Freitas [Augusto Teixeira de Freitas] (Cachoeira, BA, 19/08/1816 - Niterói, RJ, 12/12/1883): jurista e advogado. “O Jurisconsulto do Império”. Rodolfo Bernardelli [José Maria Oscar Rodolpho Bernardelli y Thierry] (Guadalajara, México, 18/12/1852 - Rio de Janeiro, 07/04/1931): escultor, professor, pintor e desenhista. Irmão do pintor Henrique Bernadelli (Valparaíso, Chile, 15/07/1857 ou 1858 - Rio de Janeiro, 06/04/1936) e do pintor e músico Félix Bernardelli [Félix Atiliano Bernardelli ou Atiliano Félix Bernardelli] (Pelotas ou São Pedro do Sul, RS, 08/10/1862 ou 1866 - Guadalajara, México, 1905 ou 1908).
Augusto Malta
Praça Paris - Glória
s.d.

Casario
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Casario
Casario na Praça Tiradentes.
Praça Tiradentes - Centro
s.d.

Casario
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Casario
Casario na Praça Tiradentes.
Praça Tiradentes - Centro
s.d.

Casario
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Casario
Casario na Praça Tiradentes.
Praça Tiradentes - Centro
s.d.

Museu da Inconfidência
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Museu da Inconfidência
Museu da Inconfidência, antiga Casa de Câmara e Cadeia de Vila Rica.
Praça Tiradentes 139 - Centro
s.d.

Lâminas de vidro da Rádio Nacional
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Lâminas de vidro da Rádio Nacional
Sobre a imagem, ver: 1) TINHORÃO, José Ramos. “Música popular: do gramofone ao rádio e TV”. São Paulo: Ática, 1981. Pág. 200. A legenda da foto está na pág. 201 e é a seguinte: "No início da década de 1940, antes da derrubada geral dos 'aquários', a Rádio Nacional tentou uma solução conciliatória: importou vidros gigantescos que, movidos por uma engrenagem acionada eletricamente, subiam e desciam, permitindo a eventual transformação do estúdio em palco. A subida das três lâminas de vidro de 5,56 m X 2,53 m, pesando uma tonelada, no total, transformou-se em um espetáculo popular em frente ao prédio de A Noite na Praça Mauá, Rio de Janeiro. (Foto reproduzida no volume Rádio Nacional, 1936-1956, publicado pela Superintendência das Empresas Incorporadas ao Patrimônio Nacional, em setembro de 1956, para comemorar os 20 anos de fundação da emissora.)" 2) PINHEIRO, Claudia (org.). "A Rádio Nacional. Alguns dos momentos que contribuíram para o sucesso da Rádio Nacional". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005. Págs. 44-45. A legenda diz o seguinte: "Subida do vidro - Para atender às necessidades da nova Rádio Nacional, tiveram início, em 1941, as obras de ampliação da rádio. Em 18 de abril de 1942, foram inaugurados os novos estúdios da emissora, no 21o. andar do edifício A Noite. Surgiu o auditório com 486 poltronas e inovações, como o piso flutuante sobre molas especiais do palco sinfônico. Tudo o que se relacionava à rádio despertava o interesse do público. Esse foi o caso da chegada dos gigantescos vidros que isolam (até hoje) o auditório do estúdio principal. Três lâminas de 5,5 x 2,5m, pesando uma tonelada, vieram da Checoslováquia. A subida do vidro emocionou o público na praça Mauá".
Praça Mauá
1940s

Lâminas de vidro da Rádio Nacional
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Lâminas de vidro da Rádio Nacional
Sobre a imagem, ver: 1) TINHORÃO, José Ramos. “Música popular: do gramofone ao rádio e TV”. São Paulo: Ática, 1981. Pág. 200. A legenda da foto está na pág. 201 e é a seguinte: "No início da década de 1940, antes da derrubada geral dos 'aquários', a Rádio Nacional tentou uma solução conciliatória: importou vidros gigantescos que, movidos por uma engrenagem acionada eletricamente, subiam e desciam, permitindo a eventual transformação do estúdio em palco. A subida das três lâminas de vidro de 5,56 m X 2,53 m, pesando uma tonelada, no total, transformou-se em um espetáculo popular em frente ao prédio de A Noite na Praça Mauá, Rio de Janeiro. (Foto reproduzida no volume Rádio Nacional, 1936-1956, publicado pela Superintendência das Empresas Incorporadas ao Patrimônio Nacional, em setembro de 1956, para comemorar os 20 anos de fundação da emissora.)" 2) PINHEIRO, Claudia (org.). "A Rádio Nacional. Alguns dos momentos que contribuíram para o sucesso da Rádio Nacional". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005. Págs. 44-45. A legenda diz o seguinte: "Subida do vidro - Para atender às necessidades da nova Rádio Nacional, tiveram início, em 1941, as obras de ampliação da rádio. Em 18 de abril de 1942, foram inaugurados os novos estúdios da emissora, no 21o. andar do edifício A Noite. Surgiu o auditório com 486 poltronas e inovações, como o piso flutuante sobre molas especiais do palco sinfônico. Tudo o que se relacionava à rádio despertava o interesse do público. Esse foi o caso da chegada dos gigantescos vidros que isolam (até hoje) o auditório do estúdio principal. Três lâminas de 5,5 x 2,5m, pesando uma tonelada, vieram da Checoslováquia. A subida do vidro emocionou o público na praça Mauá".
Praça Mauá
1940s

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Rio de Janeiro
Sequência de fotos mostrando a cidade do Rio de Janeiro. As três primeiras mostram a Praça Paris com o Outeiro da Glória ao fundo, destacando-se a igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro (ao fundo) e o monumento a Pedro Álvares Cabral (à frente), de autoria de Rodolfo Bernardelli, inaugurado em 1900 (ano do quarto centenário do Descobrimento do Brasil). As seis subsequentes mostram a Praça Paris à noite, com destaque para a igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro iluminada.
s.d.