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Monumento à D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Monumento à D. Pedro I
Autoria não identificada
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1907

Estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estátua equestre de D. Pedro I
Autoria não identificada
Praça Tiradentes
circa 1907

Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Chafariz do Mestre Valentim
Autoria não identificada
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1907

Barricada na Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Barricada na Praça XV de Novembro
Autoria não identificada
Centro
circa 1907

Oficiais e barricada na Praça XV Novembro, Ilha das Cobras ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Oficiais e barricada na Praça XV Novembro, Ilha das Cobras ao fundo
Autoria não identificada
Centro
circa 1907

Praça Paris, Outeiro da Glária e o Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Paris, Outeiro da Glária e o Morro do Pão de Açucar
Autoria não identificada
Bairro da Glória
circa 1940

Praça Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Floriano
A Praça Floriano foi construída pela Prefeitura, durante governo de Carlos Sampaio. Com o fim das obras de abertura da avenida Central, uma vasta área, que era limitada pelos edifícios do Theatro Municipal, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional, havia sido deixada de lado. Logo Carlos Sampaio a incluiu em seu plano de embelezamento da cidade para as comemorações do Centenário da Independência, contando também com a ajuda da iniciativa privada (principalmente Francisco Serrador, dono da Companhia Cinematográfica Brasileira, e os irmãos Vivaldi e Ademar Leite Ribeiro). A Companhia Cinematográfica foi a responsável pela construção dos grandes edifícios com cinemas e teatros, que contribuíram para que a praça, até hoje, fosse mais conhecida como Cinelândia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Praça Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Floriano
A Praça Floriano foi construída pela Prefeitura, durante governo de Carlos Sampaio. Com o fim das obras de abertura da avenida Central, uma vasta área, que era limitada pelos edifícios do Theatro Municipal, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional, havia sido deixada de lado. Logo Carlos Sampaio a incluiu em seu plano de embelezamento da cidade para as comemorações do Centenário da Independência, contando também com a ajuda da iniciativa privada (principalmente Francisco Serrador, dono da Companhia Cinematográfica Brasileira, e os irmãos Vivaldi e Ademar Leite Ribeiro). A Companhia Cinematográfica foi a responsável pela construção dos grandes edifícios com cinemas e teatros, que contribuíram para que a praça, até hoje, fosse mais conhecida como Cinelândia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Praça Visconde do Rio Branco, popularmente conhecida como Praça das Mercês
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Visconde do Rio Branco, popularmente conhecida como Praça das Mercês
A praça, local central de Belém, foi construída no século XVIII, sendo denominada então de "Largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, Largo da Pólvora. Com a deposição de D. Pedro II, os republicanos erigiram no local um monumento em homenagem à proclamação da República, quando então passou a chamar-se Praça da República.
Autoria não identificada
Centro
circa 1910

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