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Igreja do Bonfim
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Igreja do Bonfim
Templo, antes de tudo, do sincretismo onde ritos cristãos e africanos mesclavam-se, a Igreja do Bonfim foi inaugurada em 24 de junho de 1754. É de lá que parte a maior festa de Salvador, a saber, a lavagem das escadarias do Bonfim, em que os populares se concentram em frente à igreja e depois percorrem parte da cidade entoando cânticos e oferecendo flores.
Benjamin Mulock
Praça Senhor do Bonfim, Cidade Baixa
circa 1860

Igreja e Hospício Nossa Senhora da Piedade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja e Hospício Nossa Senhora da Piedade
Datada de 1686, foi uma das primeiras residências dos capuchinhos no Brasil, ocupada inicialmente por monges de origem francesa. Em 1700 eles foram expulsos, por questões políticas, mas logo em 1705 a ordem voltou ao Brasil. Agora quem assumia as missões na Bahia eram os capuchinhos italianos.
Benjamin Mulock
Praça da Piedade
circa 1861

Palácio da Associação Comercial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio da Associação Comercial
Construído no local do Forte de São Fernando, que foi destruído para lhe dar lugar. Foi obra dos arquitetos Cosme Damião e Cunha Fidié, que o construíram no estilo neo-clássico. Primeiro prédio no Brasil nesse estilo, foi inaugurado em 28 de janeiro de 1817 em festa suntuosa pelo Conde dos Arcos. Também conhecido como Consulado.
Benjamin Mulock
Praça dos Arcos
circa 1860

Estátua de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de Dom Pedro I
Estátua de bronze de D. Pedro I na praça da Constituição, atual praça Tirandentes. A estátua eqüestre foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Revert Henrique Klumb
Praça da Constituição (atual Praça Tiradentes)
circa 1861

Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chafariz do Mestre Valentim
Foi construído em 1789 por Mestre Valentim, em substituição ao primeiro chafariz instalado ao centro do terreiro do Paço, em 1747.
Revert Henrique Klumb
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
circa 1861

Estátua de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de D. Pedro I
A estátua equestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet , cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861, Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois, foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. Está localizada na Praça Tiradentes, que era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais onde se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Camillo Vedani
Praça da Constituição (atual Praça Tiradentes)
circa 1864

Praça D. Pedro II (atual Praça XV de Novembro) e arredores vistos do Morro do Castelo; ao centro, a igreja de São José e o passadiço ligando o Paço Imperial ao Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça D. Pedro II (atual Praça XV de Novembro) e arredores vistos do Morro do Castelo; ao centro, a igreja de São José e o passadiço ligando o Paço Imperial ao Convento do Carmo
Vista tomada a partir do Morro do Castelo, no ponto onde hoje está a Avenida Erasmo Braga.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1860