Not all documents, works and objects are available for licensing or loan.

View by
O chafariz de Mestre Valentim e as igrejas do Carmo e Capela Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0035.jpg
O chafariz de Mestre Valentim e as igrejas do Carmo e Capela Imperial
Monumental chafariz de Mestre Valentim, uma das poucas peças coloniais que resistiu à força modernizadora do começo do século XX. Considerado obra prima no trabalho de cantaria, foi construído entre 1780 e 1789, e figurou por quase um século como principal chafariz da cidade. Ao fundo, aparecem a Capela Imperial e a Igreja do Carmo.
Georges Leuzinger
Praça D. Pedro II, atual praça 15 de Novembro
circa 1865

Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0033.jpg
Praça da Constituição
A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Auguste Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Georges Leuzinger
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
circa 1865

Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0006.jpg
Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas instalaram no local o seu convento. Ali se instalaram, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e a Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, até porque o Rio de Janeiro havia se tornado capital da Colônia. Na segunda metade do século XVIII foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim no largo. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902, foi construído o Cais Pharoux que substituiu o antigo, colonial, do século XVIII.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Praça Tiradentes; a partir do Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014MF002006.jpg
Praça Tiradentes; a partir do Teatro João Caetano
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

O chafariz e as igrejas na Praça D. Pedro II
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014GLAS114.jpg
O chafariz e as igrejas na Praça D. Pedro II
Monumental chafariz de Mestre Valentim, uma das poucas peças coloniais que resistiu à força modernizadora do começo do século XX. Considerado obra-prima no trabalho de cantaria, foi construído entre 1780 e 1789 e figurou por quase um século como principal chafariz da cidade. Ao fundo, aparecem a Capela Imperial e a Igreja do Carmo.
Georges Leuzinger
atual Praça XV de Novembro
circa 1866

Paço Imperial, ao fundo, o Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014GLAS113.jpg
Paço Imperial, ao fundo, o Convento do Carmo
Georges Leuzinger
Largo D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro
circa 1866

Praça D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014GLAS112.jpg
Praça D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro
Á direita, Hotel de France e chafariz do mestre Valentim; ao fundo, convento e igreja do Carmo e igreja da Ordem Terceira do Carmo
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Rua do Piolho e  Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014GLAS108.jpg
Rua do Piolho e Praça da Constituição
Esquina da antiga rua do Piolho (Carioca) com a praça da Constituição (Tiradentes) e a barreira de Santo Antônio. No primeiro plano o Hotel des Princes, inaugurado em 1865.
Georges Leuzinger
Rua da Carioca
circa 1866

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014GLAS107.jpg
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
A Praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara. A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Filter by

Areas

IMS Collection from A to Z

Authorship

Subjects

People

Places

Dates

Techniques