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Teatro Amazonas
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Teatro Amazonas
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970. O Teatro Amazonas foi inaugurado em 31 de dezembro de 1896 e sua construção no final do século XIX só foi possível graças ao período conhecido na história sócio-econômica brasileira como Ciclo da Borracha. O projeto arquitetônico escolhido foi o de autoria do Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa, em 1883. A decoração interna ficou ao encargo de Crispim do Amaral, com exceção do Salão Nobre, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Carnaval
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Carnaval
Até o final do século XIX, o Carnaval era celebrado com o Entrudo, folguedo tipicamente português em que se atiravam água, farinha, fuligem uns nos outros. No virar do século, o carnaval brasileiro foi se modificando e incorporando diversos elementos, desde a influência do carnaval veneziano, copiado pela aristocracia, até o surgimento de cordões, ranchos, blocos e escolas de Samba, que acabaram por definir o carnaval carioca como é conhecido pelo mundo todo. No caso da Bahia, houve uma tentativa de introduzir o Micarème européia, que logo foi nacionalizada inteiramente para então se chamar Micareta. Na Bahia, ainda ocorre no período do carnaval o Afoxé, ligado as tradições africanas e é considerado uma das manifestações mais ricas e tradicionais do povo baiano no período.
Marcel Gautherot
Cidade Alta
circa 1964

Carnaval
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Carnaval
Até o final do século XIX, o Carnaval era celebrado com o Entrudo, folguedo tipicamente português em que se atiravam água, farinha, fuligem uns nos outros. No virar do século, o carnaval brasileiro foi se modificando e incorporando diversos elementos, desde a influência do carnaval veneziano, copiado pela aristocracia, até o surgimento de cordões, ranchos, blocos e escolas de Samba, que acabaram por definir o carnaval carioca como é conhecido pelo mundo todo. No caso da Bahia, houve uma tentativa de introduzir o Micarème européia, que logo foi nacionalizada inteiramente para então se chamar Micareta. Na Bahia, ainda ocorre no período do carnaval o Afoxé, ligado as tradições africanas e é considerado uma das manifestações mais ricas e tradicionais do povo baiano no período.
Marcel Gautherot
Cidade Alta
circa 1964

Elevador Lacerda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Elevador Lacerda
Salvador foi fundada em 1549 para ser capital do Brasil, permanecendo assim até 1763, quando a sede do Vice - Reino foi transferida para o Rio de Janeiro. Salvador era o principal porto Atlântico das naus que faziam as rotas das especiarias orientais, e o primeiro produto de destaque em sua economia foi a cana, transformada em açúcar nos engenhos do Recôncavo Baiano. Em meados do século XVII seu porto funcionava como a principal porta de entrada de escravos africanos no país. A integração entre as culturas portuguesa e africana, aliás, é uma das características mais marcantes da cidade. Salvador é famoso, entre outras coisas, pela religiosidade latente, que pode ser comprovada pelo grande número de igrejas católicas e terreiros dedicados aos cultos afro-brasileiros. Dizem, inclusive, que a cidade possui uma igreja para cada dia do ano, tamanha a quantidade de templos.
Marcel Gautherot
Cidade Baixa
circa 1950

"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi; ao fundo o Supremo Tribunal Federal
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi; ao fundo o Supremo Tribunal Federal
Esta obra, também conhecida como "Os Candangos", é uma homenagem aos operários que trabalharam na construção de Brasília. É uma escultura de Bruno Giorgi, datada de 1959, em bronze, com 8 metros de altura e é considerada um dos símbolos da cidade. Foi restaurada em 1987 por Zeno Zani. Os Candangos, escultura de Bruno Giorgi, feita de bronze, encontra-se na Praça dos Três Poderes Bruno Giorgi (1905-1993) nasceu em 1905, em Mococa, São Paulo. Foi para Roma, com sua família, em 1911. No começo da década de 20, estudou desenho e escultura. Ele é conhecido como um dos mais importantes escultores do País. Foi extraditado da Itália para o Brasil, em 1935, após cumprir quatro anos de pena por conspiração contra o regime fascista. Em 1937, em Paris, freqüentou as academias La Grande Chaumière e Ranson. A convite do ministro Gustavo Capanema, em 1943, trabalhou para o Rio de Janeiro e instalou ateliê na Praia Vermelha. Dos monumentos públicos de sua autoria destacam-se Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio da Cultura, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na Praça Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Supremo Tribunal Federal (STF) é a mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil e acumula competências típicas de Suprema Corte (tribunal de última instância) e Tribunal Constitucional (que julga questões de constitucionalidade independentemente de litígios concretos). Sua função institucional fundamental é de servir como guardião da Constituição Federal de 1988, apreciando casos que envolvam lesão ou ameaça a esta última. As obras do Supremo Tribunal Federal começaram em 10 de julho de 1957 e em fevereiro de 1959 a primeira laje já estava contruída. Foi inaugurado em 21 de abril de 1960.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
1960

"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi. Ao fundo o Museu Histórico de Brasília
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi. Ao fundo o Museu Histórico de Brasília
Esta obra, também conhecida como "Os Candangos", é uma homenagem aos operários que trabalharam na construção de Brasília. É uma escultura de Bruno Giorgi, datada de 1959, em bronze, com 8 metros de altura e é considerada um dos símbolos da cidade. Foi restaurada em 1987 por Zeno Zani. Os Candangos, escultura de Bruno Giorgi, feita de bronze, encontra-se na Praça dos Três Poderes Bruno Giorgi (1905-1993) nasceu em 1905, em Mococa, São Paulo. Foi para Roma, com sua família, em 1911. No começo da década de 20, estudou desenho e escultura. Ele é conhecido como um dos mais importantes escultores do País. Foi extraditado da Itália para o Brasil, em 1935, após cumprir quatro anos de pena por conspiração contra o regime fascista. Em 1937, em Paris, freqüentou as academias La Grande Chaumière e Ranson. A convite do ministro Gustavo Capanema, em 1943, trabalhou para o Rio de Janeiro e instalou ateliê na Praia Vermelha. Dos monumentos públicos de sua autoria destacam-se Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio da Cultura, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na Praça Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Museu Histórico de Brasília foi projetado por Oscar Niemeyer com o objetivo de preservar os trabalhos relativos à história da construção de Brasília. É o museu mais antigo da capital, foi inaugurado no dia 21 de abril de 1960 – mesmo dia da inauguração da cidade e representa um marco histórico, pois a inauguração representou a transferência oficial da Capital do RJ para Brasília. Possui uma exposição permanente com inscrições históricas também transcritas em Braille e inglês. Integra o Conjunto Cultural Três Poderes.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
1960

"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi
Esta obra, também conhecida como "Os Candangos", é uma homenagem aos operários que trabalharam na construção de Brasília. É uma escultura de Bruno Giorgi, datada de 1959, em bronze, com 8 metros de altura e é considerada um dos símbolos da cidade. Foi restaurada em 1987 por Zeno Zani. Os Candangos, escultura de Bruno Giorgi, feita de bronze, encontra-se na Praça dos Três Poderes Bruno Giorgi (1905-1993) nasceu em 1905, em Mococa, São Paulo. Foi para Roma, com sua família, em 1911. No começo da década de 20, estudou desenho e escultura. Ele é conhecido como um dos mais importantes escultores do País. Foi extraditado da Itália para o Brasil, em 1935, após cumprir quatro anos de pena por conspiração contra o regime fascista. Em 1937, em Paris, freqüentou as academias La Grande Chaumière e Ranson. A convite do ministro Gustavo Capanema, em 1943, trabalhou para o Rio de Janeiro e instalou ateliê na Praia Vermelha. Dos monumentos públicos de sua autoria destacam-se Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio da Cultura, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na Praça Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
1960