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Escola Politécnica
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Escola Politécnica
Localizada no Largo de São Francisco de Paula, o prédio foi o primeiro no Brasil erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. Foi sede da Escola Politécnica, antiga Escola Central. As origens da Escola confundem-se com as da Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o prédio do Largo de São Francisco. Em 1874, a totalidade do ensino militar passara para a escola da Praia Vermelha, e a antiga Escola Central passou a ser formada somente por civis, e ganhou o nome de Politécnica. Seu primeiro diretor foi o Visconde do Rio Branco. Atualmente é sede do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.
Torres
Largo de São Francisco ; Centro
circa 1890

Largo de São Francisco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo de São Francisco
À esquerda a Escola Politécnica, seguida, ao fundo pela clarabóia do Gabinete Português de Leitura, na Rua Camões, e as torres da Igreja do Santíssimo Sacramento.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
O prédio começou a ser construído em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1749, e só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subsequentes o espaço foi usado pela Escola Central (1858), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e, desde 2010, também pelo IH-UFRJ (Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Entre 1948 e 1954, foram realizadas obras de complementação do 3º pavimento, acréscimo de um 4º pavimento e instalação de elevadores.
Marc Ferrez
Largo de São Francisco
circa 1905

Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
O prédio começou a ser construído em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1749, e só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subsequentes o espaço foi usado pela Escola Central (1858), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e, desde 2010, também pelo IH-UFRJ (Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Entre 1948 e 1954, foram realizadas obras de complementação do 3º pavimento, acréscimo de um 4º pavimento e instalação de elevadores.
Marc Ferrez
Largo de São Francisco
circa 1905

Rua do Ouvidor
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Vista da Rua do Ouvidor, com Escola Politécnica ao fundo (atual IFCS/UFRJ). Antiga rua de Aleixo Manuel (um dos mais abastados habitantes da cidade após sua fundação, no Morro do Castelo), a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando aí o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808, e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
O prédio começou a ser construído em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1749, e só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subsequentes o espaço foi usado pela Escola Central (1858), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e, desde 2010, também pelo IH-UFRJ (Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Entre 1948 e 1954, foram realizadas obras de complementação do 3º pavimento, acréscimo de um 4º pavimento e instalação de elevadores.
Marc Ferrez
Largo de São Francisco
circa 1905

Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
O prédio começou a ser construído em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1749, e só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subsequentes o espaço foi usado pela Escola Central (1858), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e, desde 2010, também pelo IH-UFRJ (Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Entre 1948 e 1954, foram realizadas obras de complementação do 3º pavimento, acréscimo de um 4º pavimento e instalação de elevadores.
Marc Ferrez
Largo de São Francisco
circa 1905

Real Gabinete Português de Leitura, na rua Luís de Camões. À direita os fundos da Escola Politécnica, atual IFCS/UFRJ
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Real Gabinete Português de Leitura, na rua Luís de Camões. À direita os fundos da Escola Politécnica, atual IFCS/UFRJ
O Real Gabinete Português de Leitura teve sua origem em 1837, quando um grupo de imigrantes portugueses, a maioria comerciantes, resolveu criar uma biblioteca para ampliar os conhecimentos não só de seus sócios, mas também de outros conterrâneos que moravam no Brasil. Foi o primeiro gabinete de leitura do país. O prédio que vemos na fotografia começou a ser erguido em 1880, ano do tricentenário da morte de Camões, e a pedra fundamental foi lançada pelo imperador D. Pedro II. O projeto, em estilo manuelino, foi do arquiteto português Rafael da Silva Castro. Em 10 de setembro de 1887 o prédio foi inaugurado com a presença da Princesa Isabel e do Conde D'Eu.
Marc Ferrez
Centro
circa 1887