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Indígenas brasileiros
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0090.jpg
Indígenas brasileiros
Paul Ehrenreich
AM
1894

Indígena do povo Paumari
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0091.jpg
Indígena do povo Paumari
Paul Ehrenreich
Rio Purus
1894

Indígena do povo Paumari
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0092.jpg
Indígena do povo Paumari
Paul Ehrenreich
Rio Purus
1894

Grupo de indígenas do povo Jamamadis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0093.jpg
Grupo de indígenas do povo Jamamadis
Grupo de indígenas brasileiros, provavelmente da etnia Yamamadí. O alemão Paul Ehrenreich, formado em medicina, dedicou-se também aos estudos de antropologia e etnologia. Nascido em 1855, acompanhou Karl von den Stein na segundo expedição ao Alto Xingu, no final do século XIX. Veio pela primeira vez ao Brasil em 1884, permanecendo até o ano seguinte, período em que conheceu os índios Botocudo do rio Doce, em Minas Gerais. Entre 1888 e 1889 travou contato com os Karajá e, por fim, na região do rio Purus, pesquisou as etnias Paumarí, Yamamadí e Apurinãn (possivelmente entre 1892 e 1893). Ehrenreich, que chegou a pesquisar grupos indígenas no México e nos EUA, lecionou antropologia na Universidade de Berlim, faleceu nesta cidade em 1914.
Paul Ehrenreich
Rio Purus
1894

Mulheres indígenas do povo Apurinã
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0096.jpg
Mulheres indígenas do povo Apurinã
Paul Ehrenreich
Rio Purus
1894

Mulheres indígenas do povo Apurinã
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0097.jpg
Mulheres indígenas do povo Apurinã
Paul Ehrenreich
PA
1894

Indígena provavelmente do povo Krenak denominado genericamente Botocudo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0105.jpg
Indígena provavelmente do povo Krenak denominado genericamente Botocudo
Os botocudos, também conhecidos como aimorés, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê) e eram encontrados do sul da Bahia ao norte do Espírito Santo, além do vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os povos de origem Jê teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais.
Paul Ehrenreich
Rio Doce
1894

Indígena provavelmente do povo Krenak denominado genericamente Botocudo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0106.jpg
Indígena provavelmente do povo Krenak denominado genericamente Botocudo
Os botocudos, também conhecidos como aimoré, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê) e eram encontrados do sul da Bahia ao norte do Espírito Santo, além do vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os povos de origem Jê teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais.
Paul Ehrenreich
Rio Doce
1894

Indígena provavelmente do povo Krenak denominado genericamente Botocudo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0107.jpg
Indígena provavelmente do povo Krenak denominado genericamente Botocudo
Os botocudos, também conhecidos como aimorés, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê) e eram encontrados do sul da Bahia ao norte do Espírito Santo, além do vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os povos de origem Jê teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais.
Paul Ehrenreich
Rio Doce
1894