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Gamboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Gamboa
Na enseada da Gamboa havia um dos maiores trapiches da cidade, o Trapiche Gamboa, e em seu pequeno morro estava localizado o Hospital Nossa Senhora da Saúde, conhecido como da Gamboa, até hoje em funcionamento. A mesma enseada abrigou também a estação marítima da Estrada de Ferro D. Pedro II, com armazéns e depósitos. Já São Cristóvão, o bairro imperial, era praticamente deserto, habitado por alguns pouco pescadores, que começou a se desenvolver - timidamente - depois que o comerciante português Elias Antônio Lopes construiu sua quinta, no século XVIII. Quinta, aliás, que foi presenteada à Família Real quando esta chegou à cidade, em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Vista panorâmica do bairro da Saúde; a partir da Gamboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do bairro da Saúde; a partir da Gamboa
Marc Ferrez
Gamboa
circa 1895

Vista panorâmica do Rio de Janeiro, a partir do topo do Corcovado
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Rio de Janeiro, a partir do topo do Corcovado
Destaque para o Morro do Pão de Açucar e para o bairro de Botafogo.
Marc Ferrez
Morro do Corcovado
circa 1880

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista de Santa Teresa
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1890

Vista dos bairros do Flamengo e Catete; a partir do Morro Santo Amaro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista dos bairros do Flamengo e Catete; a partir do Morro Santo Amaro
Marc Ferrez
Morro Santo Amaro
circa 1880

Região da Gamboa; tomada da Ladeira de São Lourenço, atual Ladeira do Barroso
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Região da Gamboa; tomada da Ladeira de São Lourenço, atual Ladeira do Barroso
Na enseada da Gamboa havia um dos maiores trapiches da cidade, o Trapiche Gamboa, e em seu pequeno morro estava localizado o Hospital Nossa Senhora da Saúde, conhecido como Hospital da Gamboa, até hoje em funcionamento. A mesma enseada abrigou também a estação marítima da Estrada de Ferro D. Pedro II, com armazéns e depósitos. Já São Cristóvão, o bairro imperial, era praticamente deserto, habitado por alguns pouco pescadores, que começou a se desenvolver - timidamente - depois que o comerciante português Elias Antônio Lopes construiu sua quinta, no século XVIII. Quinta, aliás, que foi presenteada à Família Real quando esta chegou à cidade, em 1808.
Marc Ferrez
Morro da Providência ; Gamboa
circa 1880

Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por peruleiros (mercadores de prata que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru).
Marc Ferrez
Praia da Igrejinha, Copacabana
circa 1900