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Feira popular nas proximidades da Torre de TV
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Feira popular nas proximidades da Torre de TV
Thomaz Farkas
Brasília
1998

Aldemir Martins
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
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Aldemir Martins
Chico Albuquerque
Brasil
1948

Homens não identificados com quadro
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
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Homens não identificados com quadro
Chico Albuquerque
Brasil
circa 1951

Obras de Aldemir Martins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Obras de Aldemir Martins
Aldemir Martins (Ingazeiras CE 1922 - São Paulo SP 2006). Pintor, gravador, desenhista, ilustrador. Em 1941, participa da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira (1922-1967), Raimundo Cela (1890-1954), Inimá de Paula (1918-1999) e Mario Baratta (1915-1983), um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passa a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Aldemir Martins produz desenhos, xilogravuras, aquarelas e pinturas. Atua também como ilustrador na imprensa cearense. Em 1945, viaja para o Rio de Janeiro, e, menos de um ano depois, muda-se para São Paulo, onde realiza sua primeira individual e retoma a carreira de ilustrador. Entre 1949 e 1951, freqüenta os cursos do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - MASP e torna-se monitor da instituição. Estuda história da arte com Pietro Maria Bardi (1900-1999) e gravura com Poty Lazzarotto (1924-1998). Em 1959, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna e permanece por dois anos na Itália. Desde o início da carreira sua produção é figurativa, e o artista emprega um repertório formal constantemente retomado: aves, sobretudo os galos; cangaceiros, inspirados nas figuras de cerâmica popular; gatos, realizados com linhas sinuosas; e ainda flores e frutas. Nas pinturas emprega cores intensas e contrastantes.
Marcel Gautherot
Belém
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAPA14444.jpg
José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957