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Série Bahia Antiga e Nova
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bahia Antiga e Nova
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais do estado da Bahia. A fotógrafa registrou personalidades do meio cultural baiano como Jorge Amado, Camafeu de Oxossi e Mestre Pastinha; e importantes manifestações culturais como os Filhos de Gandhi, o Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a Lavagem do Bonfim. Algumas dessas fotografias foram publicadas em 1996, com o título, “Bahia Amada/Amado ou o amor à liberdade & a liberdade no amor”. A publicação intercala as fotografias com textos selecionados de doze obras de Jorge Amado. Em 1999, Maureen Bisilliat e Marcelo Tassara dirigem o documentário “Bahia Amada Amado” que tem como objetivo homenagear o escritor baiano Jorge Amado e os povos negros. A produção audiovisual utiliza diversas imagens em preto e branco e em cores selecionadas do acervo da fotógrafa.
Maureen Bisilliat
BA
1972

Obra de José Pancetti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Obra de José Pancetti
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Obra de José Pancetti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Obra de José Pancetti
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Obra de José Pancetti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Obra de José Pancetti
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Obra de José Pancetti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Obra de José Pancetti
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Obra de José Pancetti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Obra de José Pancetti
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Obra de José Pancetti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Obra de José Pancetti
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Obra de José Pancetti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Obra de José Pancetti
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957