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Cais das Amarras
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0020.jpg
Cais das Amarras
Vista da Cidade Baixa, a planície litorânea que se estende ao longo do mar e se alarga na altura da península de Itapagipe. Está ligada à Cidade Alta - que, como o nome diz, é a parte mais alta do relevo de Salvador - através do Elevador Lacerda, construído em fins do século XIX.
Autoria não identificada
Cidade Baixa
circa 1875

Entrada do porto
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0024b.jpg
Entrada do porto
Autoria não identificada
Salvador
circa 1875

Entrada do porto
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0025.jpg
Entrada do porto
Autoria não identificada
Salvador
circa 1875

Vista da cidade alta
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0026.jpg
Vista da cidade alta
Autoria não identificada
Salvador
circa 1875

Vista da Cidade Alta
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0027.jpg
Vista da Cidade Alta
Autoria não identificada
Salvador
circa 1875

Bahia
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0090.jpg
Bahia
Rudolf Hauthal
BA
circa 1907

Morro do Castelo, ponta do Calabouço e morro do Pão de Açucar; vistos da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0004.jpg
Morro do Castelo, ponta do Calabouço e morro do Pão de Açucar; vistos da Ilha das Cobras
Autoria não identificada
Rua da Carreira ; Ilha das Cobras ; Centro
circa 1900

Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0006.jpg
Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas instalaram no local o seu convento. Ali se instalaram, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e a Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, até porque o Rio de Janeiro havia se tornado capital da Colônia. Na segunda metade do século XVIII foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim no largo. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902, foi construído o Cais Pharoux que substituiu o antigo, colonial, do século XVIII.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0007.jpg
Avenida Beira Mar
A Avenida Beira Mar, que liga o centro à zona sul da cidade, começou a ser planejada em 1903 pelo prefeito Pereira Passos, o mesmo que planejou a abertura da Avenida Central (atual Rio Branco), que na época ainda estava pela metade. Passos a imaginou como a Promenade des Anglais, em Nice, na França, e também como um prolongamento da Rio Branco. A avenida contornaria a baía até o fim de Botafogo, partindo do antigo Cais da Glória ou Praia das Areias de Espanha. Foi inaugurada em 1905, adornada por colunetas que foram destruídas por ressacas.
Autoria não identificada
Glória
circa 1910