Not all documents, works and objects are available for licensing or loan.

View by
Carnaval
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BACL26687.jpg
Carnaval
Até o final do século XIX, o Carnaval era celebrado com o Entrudo, folguedo tipicamente português em que se atiravam água, farinha, fuligem uns nos outros. No virar do século, o carnaval brasileiro foi se modificando e incorporando diversos elementos, desde a influência do carnaval veneziano, copiado pela aristocracia, até o surgimento de cordões, ranchos, blocos e escolas de Samba, que acabaram por definir o carnaval carioca como é conhecido pelo mundo todo. No caso da Bahia, houve uma tentativa de introduzir o Micarème européia, que logo foi nacionalizada inteiramente para então se chamar Micareta. Na Bahia, ainda ocorre no período do carnaval o Afoxé, ligado as tradições africanas e é considerado uma das manifestações mais ricas e tradicionais do povo baiano no período.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1964

Carnaval
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BACL26688.jpg
Carnaval
Até o final do século XIX, o Carnaval era celebrado com o Entrudo, folguedo tipicamente português em que se atiravam água, farinha, fuligem uns nos outros. No virar do século, o carnaval brasileiro foi se modificando e incorporando diversos elementos, desde a influência do carnaval veneziano, copiado pela aristocracia, até o surgimento de cordões, ranchos, blocos e escolas de Samba, que acabaram por definir o carnaval carioca como é conhecido pelo mundo todo. No caso da Bahia, houve uma tentativa de introduzir o Micarème européia, que logo foi nacionalizada inteiramente para então se chamar Micareta. Na Bahia, ainda ocorre no período do carnaval o Afoxé, ligado as tradições africanas e é considerado uma das manifestações mais ricas e tradicionais do povo baiano no período.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1964

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010BALE03798.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BALE03804.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BALE03805.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010BALE03806.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BALE03808-03811.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BALE03808.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BALE03810.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950