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Carnaval em Salvador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Carnaval em Salvador
Carnaval em Salvador, ao lado do teatro São João (incendiado em 1923). Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Salvador
circa 1910

Carnaval no largo do Teatro
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Carnaval no largo do Teatro
Carnaval no largo do Teatro, atual praça Castro Alves. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Atual praça Castro Alves
circa 1910

Carnaval no largo do Pelourinho
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Carnaval no largo do Pelourinho
Carnaval no largo do Pelourinho, com grande movimento de transeuntes. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Largo do Pelourinho
circa 1910

Casamento por conveniência
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Casamento por conveniência
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Os personagens procurados pelo autor são de uma espetacular realidade. Esta imagem também tem o tratamento com algodão com prussiato para obter uma atmosfera de estúdio fotográfico."
Martín Chambi
Cusco
1934

Cortejo de casamento saindo da Capela de Lourdes
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Cortejo de casamento saindo da Capela de Lourdes
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Sempre faz referencia da pessoa do povo (indígena) como fiel testemunha do acontecimento. Talvez outro fotógrafo tivesse tirado de cena esta pessoa, mas Martin Chambi não, pois o mesmo era indígena."
Martín Chambi
Cusco
1940

José Medeiros (1921-1990)
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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José Medeiros (1921-1990)
Em janeiro de 1952, José Medeiros estava em Alagoas fotografando a Semana Nacional do Folclore. A matéria com as fotos saíram na revista Cruzeiro de fevereiro de 1952, na matéria "Folguedos das Alagoas". No centro, provavelmente, o folclorista Theo Brandão, que assinou a matéria com Luiz Alipio de Barros.
Marcel Gautherot
Maceió
1952

Guerreiros - José Medeiros fotografando
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Guerreiros - José Medeiros fotografando
Em janeiro de 1952, José Medeiros estava em Alagoas fotografando a Semana Nacional do Folclore. A matéria com as fotos saíram na revista Cruzeiro de fevereiro de 1952, na matéria "Folguedos das Alagoas". No centro, provavelmente, o folclorista Theo Brandão, que assinou a matéria com Luiz Alipio de Barros.
Marcel Gautherot
Maceió
1952

Guerreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Guerreiros
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1956

Guerreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Guerreiros
O Guerreiro é irmão do Reisado, primo do Xangô, dos índios da montanha, das Baianas, da Taieira, do Toré de índio, do Cabocolinho, do Bumba-meu-boi e do Quilombo do Pastoril. (Mestre Benon, do Guerreiro Treme Terra de Alagoas). Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um dos mais característicos e importantes folguedos populares do ciclo natalino alagoano. Surgiu em Alagoas, no início do século XX (década de 1920). Canta, através do sincretismo religioso, a chegada do messias e a homenagem dos três Reis Magos. É apresentado entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro, Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1956

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