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Morro do Castelo - Igreja de São Zacarias
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Morro do Castelo - Igreja de São Zacarias
Marc Ferrez
Morro do Castelo ; Centro
circa 1912

Ruínas do portão do Forte de São Januário
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ruínas do portão do Forte de São Januário
Morro fundamental para a história do Rio de Janeiro, principalmente para seu período colonial, foi arrasado em 1922, como parte do projeto modernizador da República Velha, pelo prefeito Carlos Sampaio. Sua destruição completa só acabou no Governo de Dodsworth.
Augusto Malta
Morro do Castelo
circa 1910

Morro do Castelo e Ladeira da Ajuda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Castelo e Ladeira da Ajuda
Subida para o Morro do Castelo pela Ladeira da Ajuda, que já havia se chamado ladeira do Poço do Porteiro, do Seminário e da Mãe do Bispo. Ela partia de onde hoje situa-se o prédio da Biblioteca Nacional. No canto à direita encontra-se o Convento dos Capuchinhos, antiga Igreja da Sé, localizada na praça mais elevada do morro, chamada de Praça de São Sebastião. Na ladeira vemos ainda as roupas estendidas pelas famosas lavadeiras do Castelo.
Augusto Malta
Morro do Castelo
1906

Vista do bairro da Glória a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro da Glória a partir do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1903

Demolição do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Demolição do Morro do Castelo
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905.
Torres
Morro do Castelo ; Centro
1904

Demolição do Morro do Castelo para a construção da avenida Central
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Demolição do Morro do Castelo para a construção da avenida Central
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905.
Torres
Morro do Castelo
1904

Ladeira do Seminário
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ladeira do Seminário
Sobrados na Ladeira do Seminário, aos pés do Morro do Castelo, enfeitados para as demolições a serem oficialmente iniciadas na outra extremidade da Avenida.
Torres
Morro do Castelo ; Centro
8 de março de 1904

Vista da Igreja da Candelária e dos arredores da Praça XV de Novembro; a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Igreja da Candelária e dos arredores da Praça XV de Novembro; a partir do Morro do Castelo
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Morro do Castelo
1906