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Mercado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMME25132-25134.jpg
Mercado
Mercado ribeirinho, em Manaus.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1966

Mercado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMME25132.jpg
Mercado
Mercado ribeirinho, em Manaus.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1966

Mercado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMME25133.jpg
Mercado
Mercado ribeirinho, em Manaus.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1966

Mercado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMME25134.jpg
Mercado
Mercado ribeirinho, em Manaus.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1966

Puxada do Xaréu
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010BAXA06175.jpg
Puxada do Xaréu
A puxada da rede do xareu (um tipo de peixe) é uma das heranças mais interessantes dos tempos da escravidão, sobretudo pelo aspecto folclórico, que transforma um labor fatigante em uma das mais agradáveis atrações das praias baianas. Era uma atividade que exigia um esforço tremendo e um número muito grande de homens para a tarefa. Os pescadores iam para o mar de madrugada ou às vezes até à noite, para lançar a enorme rede, para só então de manhã puxarem. A puxada da rede era acompanhada de cânticos na maioria em ritmo triste que representavam a dificuldade da vida daqueles que tiram o seu sustento do mar. Além dos cânticos, os atabaques e as batidas sincronizadas dos pés davam o ritmo para que os homens não desanimassem e continuassem a puxar a enorme rede, o que dava um ar de ritual e beleza àquela atividade. Quando enfim terminavam de puxar a rede, eram entoados cânticos em agradecimento à pescaria e o peixe era partilhado entre os pescadores e começava o festejo em comemoração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1950

Puxada do Xaréu
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAXA06176.jpg
Puxada do Xaréu
A puxada da rede do xareu (um tipo de peixe) é uma das heranças mais interessantes dos tempos da escravidão, sobretudo pelo aspecto folclórico, que transforma um labor fatigante em uma das mais agradáveis atrações das praias baianas. Era uma atividade que exigia um esforço tremendo e um número muito grande de homens para a tarefa. Os pescadores iam para o mar de madrugada ou às vezes até à noite, para lançar a enorme rede, para só então de manhã puxarem. A puxada da rede era acompanhada de cânticos na maioria em ritmo triste que representavam a dificuldade da vida daqueles que tiram o seu sustento do mar. Além dos cânticos, os atabaques e as batidas sincronizadas dos pés davam o ritmo para que os homens não desanimassem e continuassem a puxar a enorme rede, o que dava um ar de ritual e beleza àquela atividade. Quando enfim terminavam de puxar a rede, eram entoados cânticos em agradecimento à pescaria e o peixe era partilhado entre os pescadores e começava o festejo em comemoração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1950

Puxada do Xaréu
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAXA06177.jpg
Puxada do Xaréu
A puxada da rede do xareu (um tipo de peixe) é uma das heranças mais interessantes dos tempos da escravidão, sobretudo pelo aspecto folclórico, que transforma um labor fatigante em uma das mais agradáveis atrações das praias baianas. Era uma atividade que exigia um esforço tremendo e um número muito grande de homens para a tarefa. Os pescadores iam para o mar de madrugada ou às vezes até à noite, para lançar a enorme rede, para só então de manhã puxarem. A puxada da rede era acompanhada de cânticos na maioria em ritmo triste que representavam a dificuldade da vida daqueles que tiram o seu sustento do mar. Além dos cânticos, os atabaques e as batidas sincronizadas dos pés davam o ritmo para que os homens não desanimassem e continuassem a puxar a enorme rede, o que dava um ar de ritual e beleza àquela atividade. Quando enfim terminavam de puxar a rede, eram entoados cânticos em agradecimento à pescaria e o peixe era partilhado entre os pescadores e começava o festejo em comemoração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1950

Puxada do Xaréu
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAXA06178.jpg
Puxada do Xaréu
A puxada da rede do xareu (um tipo de peixe) é uma das heranças mais interessantes dos tempos da escravidão, sobretudo pelo aspecto folclórico, que transforma um labor fatigante em uma das mais agradáveis atrações das praias baianas. Era uma atividade que exigia um esforço tremendo e um número muito grande de homens para a tarefa. Os pescadores iam para o mar de madrugada ou às vezes até à noite, para lançar a enorme rede, para só então de manhã puxarem. A puxada da rede era acompanhada de cânticos na maioria em ritmo triste que representavam a dificuldade da vida daqueles que tiram o seu sustento do mar. Além dos cânticos, os atabaques e as batidas sincronizadas dos pés davam o ritmo para que os homens não desanimassem e continuassem a puxar a enorme rede, o que dava um ar de ritual e beleza àquela atividade. Quando enfim terminavam de puxar a rede, eram entoados cânticos em agradecimento à pescaria e o peixe era partilhado entre os pescadores e começava o festejo em comemoração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1950

Puxada do Xaréu
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAXA11851.jpg
Puxada do Xaréu
A puxada da rede do xareu (um tipo de peixe) é uma das heranças mais interessantes dos tempos da escravidão, sobretudo pelo aspecto folclórico, que transforma um labor fatigante em uma das mais agradáveis atrações das praias baianas. Era uma atividade que exigia um esforço tremendo e um número muito grande de homens para a tarefa. Os pescadores iam para o mar de madrugada ou às vezes até à noite, para lançar a enorme rede, para só então de manhã puxarem. A puxada da rede era acompanhada de cânticos na maioria em ritmo triste que representavam a dificuldade da vida daqueles que tiram o seu sustento do mar. Além dos cânticos, os atabaques e as batidas sincronizadas dos pés davam o ritmo para que os homens não desanimassem e continuassem a puxar a enorme rede, o que dava um ar de ritual e beleza àquela atividade. Quando enfim terminavam de puxar a rede, eram entoados cânticos em agradecimento à pescaria e o peixe era partilhado entre os pescadores e começava o festejo em comemoração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1956