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Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar
Carta
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
15 de novembro de 1994

Recuperação: os novos métodos...;[Questão: Como interpreta];Hommage à Ana Cristina Cesar;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;[Exposição PUC-RJ];Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;-;Instituto Souza Leão - 1979;Acontece na feira;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;-;Das coisas desprovidas de peso;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;-;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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A poesia brasileira em xeque
Artigo
Eliane Azevedo
Rio de Janeiro
3 de fevereiro de 2002

-;-;-;-;-;-;Reconheces hoje que o mundo...;-;-;-;-;-;-;A senha;-;-;O braço direito: dossiê (Entre pobres hebreus...);-;-;-;-;A fatalidade de ser poeta;-;Alceu Amoroso Lima (Tristão de Athayde) Missa de 7º dia;-;-;-;O braço direito: dossiê (BD: Homo inter facces...);-;-;-;-;Estou presente em mim...;-;-;-;-;A mão única do arbítrio;-;-;-;Definição de quadrúpede;-;Heróis obscuros;-;Arthur Azevedo, o gênio está vivo;Como todo mundo sabe...;-;-;Verdes anos sessenta;-;Como estivessem em férias...;-;-;-;-;A poeta santa e o santo leigo;-;-;-;-;-;-;[Brasil, brisa, bichos];-;-;-;A descoberta do mundo/Clarice Lispector;-;-;-;-;Navegação de cabotagem...;-;-;-;-;-;-;A verdadeira música;-;Testamento de casamento...;-;-;Academia elege embaixador para vaga de Dinah na ABL;Fifi, o sanguinário;-;A boca do inferno;A todos os companheiros da Rede Globo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Convivas demais;Bye, bye, Concorde;A mala da felicidade;O pai;Quem vai em caça...;As pompas do mundo e O retrato na gaveta;O guarda do anjo;A natureza porosa de Mauriac...;[Bêjo];O braço direito: dossiê (Carcamano, joga na parede...);Fico pensando como pude...;Batizado;Rosa, hortênsia, margarida...;A 1ª epístola de Pedro...;Emburrar é uma coisa...;Tubiacanga, de Lima Barreto, no conto ...;O braço direito: dossiê (BD: Sinite parvulos venire ad me...);2 sonetos e um poema de Nicolino Limongi: Ressureição, Consultório, Irracionalidade;A bomba dos pobres;A crônica fica órfã;A honra de ser fofinho ou fofura;A segunda peça que vi no Rio foi Otto Lara Resende ou Bonitinha mas ordinária;Adolfo Portela Filho comprou o livro;Amigos nem sempre simpáticos;Ao lado do presidente;Até o Otto se engana;Benjamim da Academia Brasileira de Letras;Brasil: poesia, ficção e ensaio;Canto do triunfador;[Discurso sobre Assis Chateaubriand];A Pedro II;O momento que teatro...;6.8.1945;O santo nome do povo
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A mão única do arbítrio
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
8 de abril de 1979

-;-;-;-;A geração de 45;-;-;Aluna, entre outros;-;Boca no trombone;-;O barco;-;Parcimônia/Parcimonioso/Aleijadinho...;Brasil participa de congresso de mágica na Itália;-;-;Começar "Vamos matar vovô" com a família...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;João Garrafinha: toucinho preso em...;-;-;Raízes do Brasil 1ª edição...;-;-;-;-;Pedro Viaduto [pg 12] é Pedro Gabriel...;-;-;-;-;-;A República de meus sonhos;-;-;-;Acendam a luz, por favor;-;-;-;-;-;Num sentido estrito...;Labirinto;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Companheiros/Fazer um discurso...;-;-;-;Carta aos homens de boa vontade e poucas armas;-;-;-;-;-;-;Adeus ao velho Braga;-;-;Bar doce lar;-;Marília: textura e contextura;-;Ainda escritor e leitor;-;A boca do inferno;-;Em 1946, Sagarana...;-;-;O braço direito: dossiê (A criada... fala sozinha...);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Nênia para o MDB;Vozes de Minas;Vamos olhar para trás;Ontens que choram;A pequena via do grande Braga;O elo partido;Um só pecado mortal...;Cão de estimação...;Direito autoral: Maria Julieta...;O olhar indireto...;O braço direito: dossiê (Ao bazar persa...);Fina e astuta, minha caligrafia...;Simão, filho de Chica da Silva...;Fumo/Deixar de fumar;Betinho: Volte p/o Brasil...;Simeão: estilita, o jovem com a fama...;Fantasma: dic. etimol...;Sintomático aparelho...;A história das casas de Maura;[Fotografia];A árvore do menino;A conquista do futuro;A esquerda ainda não entendeu o PT;A luz das entranhas e o anel de grau;Sevilha;A única e verdadeira entrevista com mulher nua;Abílio Santos Novais. Missa de 7º dia;Antologia em miniatura;As fontes ideológicas da sedição;Assalto na Lagoa;Aurora de um novo mundo;Ave, Eva;Já não se fazem cristãos como antigamente (Atos dos apóstolos)...;Chamada;Press statement from amnesty international;New York; A Heráclito;Ata do Sabadoyle - João Guimarães Rosa: as sete sereias do longe
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Ave, Eva
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
27 de maio de 1979

Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Pecadora imaculada;De rei a rei;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Ler e escrever;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;O aéreo prazer do texto;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
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Estado Novo, velha desculpa
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
8 de novembro de 1977

Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Livros e vinhos;Receita de poeta;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Qual é o signo do Brasil?;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
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Juro que foi ontem
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
3 de setembro de 1989

Ler e escrever;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;O aéreo prazer do texto;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Pecadora imaculada;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Morra Ouro Preto
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
15 de abril de 1979

Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Receita de poeta;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Livros e vinhos;Exílio, seus ecos;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Qual é o signo do Brasil?;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
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Natal à brasileira
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
16 de dezembro de 1990

O trono vazio;Poeta é o Dante;Luto e guerra na festa do sol;Cinco poemas antigos;Queremos já;Napoleão de hospício;Desculpa das arábias;Sonhos e pesadelos;Guignard e 60 aprendizes;Com o diretor Josué Montello;Conto de Natal;Romance e jornal;No horizonte do Brasil;O insaciável antropófago;Eu tu ele: nós;Variações sobre a lua;Ontens que choram;Uma boa nova;O preso nº 3535;Ilusões e desilusões;Ler para criticar;Missão pontifícia;Convento de Aretino;O bezerro, a vaca e o boi;Tragédia do meu destino;O latido do sol;Segundo;Divórcio;O Marrocos, uma encruzilhada;Falou, bicho;O que for soará;Linhas cruzadas;Muchas gracias, señores;Crônica em que se pretendia dizer e não disse;Silêncio: o imprevisível;O moinho;Favor não acordar o bebê;O que vem por aí;Jackson de Figueiredo;Um biscoito que virou pirâmide;Vamos olhar para trás;Jubileu está de volta;Que fazer?;Cuidado com os elevadores;Sinos de San Fernando (Bells of San Fernando);Quem herda não rouba;O diabo existe;Entreato;Um certo afã de contar tudo;Galo de pena;O secreto mel das letras femininas;Justiça para a Justiça;Pode ser que sim, pode ser que não;Cave canem: pode explodir;Casa de ruínas e sombras;Credo olímpico;De Otto Lara Resende à Tribuna;Diamante da boca da mina;Dica de criança (ou de pai coruja);Discurso do aluno Otto Lara Resende, orador da turma de diplomandos de 1938;Do diálogo ao demônio;Eles sabem o que fazem;Entulho e engulho;Está na hora de assobiar;Evasão, invasão;França: é isso aí;Graça e desgraça de escrever;História de uma escola de arte;Incipit : Visceralmente escritora;Laços de família;Legião ignota;Lembrança de Bernanos;Liberal: ser ou não ser;Literariamente com a morte de Clarice;Lotação esgotada;Matar ou morrer (Hight noon);Mel nos olhos;Monges condenados;Na grande área;Namoro antigo;Natal: um menino inútil;O Brasil pecador se confessa;O burro empacado;O candidato de calva à mostra;O feijão também é um sonho;O gato epicurista;O nó da violência;O passado é azul;O penhasco e o chá;O pintor e sua opção;O por ora indescartável;O sagrado horror ao nosso irmão português;Onda de verão;Orthographya: facto alphabetico e metaphyco;Os astros vêem longe;Os fantasmas da catedral;Pérolas;Por que Grahan Greene não veio ao Brasil;Porta mágica;Prestígio da história;Quando Michel Simon chegou ao Brasil...;Quatro livros mineiros;Reciclagem do papo;Rosa dos ventos;Som e sentido de nove histórias;Terceiro;Testemunhos sobre o Modernismo...;Tudo bem, com nuvens;Um antecipador;Um gato na presidência;Um lugar para Maria Julieta/A entrevista que não houve;Um poeta cristão;Uma quimera chamada Brasil;Uma voz a menos;Vou ali e não volto;Welcome, Rosalynn;Em 1860 quando se tomava café e rapé era raro não haver sessão por falta de quórum
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Em 1860 quando se tomava café e rapé era raro não haver sessão por falta de quórum
Crônica
Otto Lara Resende
Local não identificado
15 de agosto de 1952