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Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Avenida Rio Branco, lado da entrada da barra.
N Viggiani
Centro
circa 1920

Trecho da Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trecho da Avenida Beira Mar
Trecho da Avenida Beira Mar na altura do bairro da Glória.
N Viggiani
Glória
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
A. C. da Costa Ribeiro
Centro
circa 1920

Praça Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Floriano
A Praça Floriano foi construída pela Prefeitura, durante governo de Carlos Sampaio. Com o fim das obras de abertura da avenida Central, uma vasta área, que era limitada pelos edifícios do Theatro Municipal, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional, havia sido deixada de lado. Logo Carlos Sampaio a incluiu em seu plano de embelezamento da cidade para as comemorações do Centenário da Independência, contando também com a ajuda da iniciativa privada (principalmente Francisco Serrador, dono da Companhia Cinematográfica Brasileira, e os irmãos Vivaldi e Ademar Leite Ribeiro). A Companhia Cinematográfica foi a responsável pela construção dos grandes edifícios com cinemas e teatros, que contribuíram para que a praça, até hoje, fosse mais conhecida como Cinelândia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
O palácio Monroe foi idealizado a princípio para figurar na Exposição de Saint-Louis, comemoração norte-americana pela incorporação do Estado da Louisiana à União em 1803. O Presidente Rodrigues Alves requisitou as verbas necessárias ao Congresso para que o Brasil comparecesse com um pavilhão no evento, mas estipulou logo que o edifício deveria ser reerguido na cidade do Rio de Janeiro, finda a amostra. O projeto é do coronel-arquiteto Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Sua inauguração em solo brasileiro deu-se em 1906 sendo denominado Palácio Monroe, em homenagem ao presidente dos EUA James Monroe. Abrigou a Câmara dos Deputados e acolheu o Senado e várias repartições públicas. Foi derrubado em 1976.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930