Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Sobrado em frente à Igreja do Carmo
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMG002-047.jpg
Sobrado em frente à Igreja do Carmo
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sobrados
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG002-048.jpg
Sobrados
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sobrado
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG002-050.jpg
Sobrado
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sobrado, fronteiro ao Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG002-063.jpg
Sobrado, fronteiro ao Carmo
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Vista da cidade para a Igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG003-092.jpg
Vista da cidade para a Igreja do Carmo
A igreja de Nossa Senhora do Carmo, projetada por Manuel Francisco Lisboa, começou a ser construída em 1766 e foi concluída somente em 1772, no local da Capela de Santa Quitéria. A igreja foi posteriormente modificada por Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho).
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Vista da cidade para a Igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG003-093.jpg
Vista da cidade para a Igreja do Carmo
A igreja de Nossa Senhora do Carmo, projetada por Manuel Francisco Lisboa, começou a ser construída em 1766 e foi concluída somente em 1772, no local da Capela de Santa Quitéria. A igreja foi posteriormente modificada por Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho).
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sobrados
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMG008-015.jpg
Sobrados
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sobrados e Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar (ao fundo)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG008-067.jpg
Sobrados e Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar (ao fundo)
A atual igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar começou a ser erguida por volta de 1728, para substituir o antigo templo construído em madeira e taipa no início do século XVIII. O projeto é atribuído ao sargento-mor e engenheiro Pedro Gomes Chaves, e a conclusão da obra foi feita por João Fernandes de Oliveira. A construção teve início pela nave, procedendo-se à demolição da capela-mor em 1731, ano em que o Santíssimo Sacramento e imagens sacras foram transferidos provisoriamente para a capela do Rosário dos Pretos. Feita de adobe e taipa, a igreja já estava praticamente concluída, em termos arquitetônicos, em 1733. A decoração da nave foi feita entre 1735 e 1737 e em 1751 foi concluído o arco-cruzeiro. A capela-mor foi reconstruída em maiores proporções entre 1741 e 1754, período em que também foi decorada em talha dourada. Somente vinte anos mais tarde é que foi concluída sua decoração, que incluía trabalhos de pintura, douração da talha e painéis laterais. Esse hiato foi provocado pela necessidade de reconstrução da abóbada em 1770, comprometida pela ação da chuva. Em 1781 foi necessário reparar uma das torres de taipa, que ameaçava desabar. Em 1818, uma das paredes do templo também corria o risco de desabamento. Diante desse quadro, em 1825 a igreja precisou ser reedificada, e em 1848 o frontispício e a torre ao lado do Evangelho foram concluídos, conferindo à Matriz sua forma atual. A igreja passou por obras de restauração ao longo do século XX e hoje abriga também o Museu da Prata e o Arquivo da Matriz.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s