Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Karl Plattner
Arquivo/Coleção: Alice Brill
011CXART1105.jpg
Karl Plattner
Alice Brill
São Paulo
circa 1953

Mário Cravo Junior e sua obra "O Cangaceiro"
Arquivo/Coleção: Alice Brill
011CXART1202.jpg
Mário Cravo Junior e sua obra "O Cangaceiro"
O escultor Mário Cravo Junior em seu ateliê, ao lado de sua obra 'O Cangaceiro', esculpida em madeira.
Alice Brill
Largo da Barra
1953

Felicia Leirner ao lado de sua obra "Figura Clássica"
Arquivo/Coleção: Alice Brill
011CXART1208.jpg
Felicia Leirner ao lado de sua obra "Figura Clássica"
Felicia Leirner em seu atelier, ao lado da obra "Figura Clássica", feita em bronze, com 1,84 metros de altura, realizada em 1950. A obra foi exposta na 1ª. Bienal de São Paulo, em 1951, e encontra-se hoje no Museu Felícia Leirner, em Campos do Jordão. Leirner nasceu em Varsóvia, Polônia, em 1904, e faleceu em Campos do Jordão, em 1996. Mudou-se para o Brasil em 1926, iniciou seus estudos como aluna no ateliê de Victor Brecheret em 1948 e estudou pintura com Yolanda Mohalyi. Casou-se com Isai Leirner, industrial que teve importante papel de mecenato no cenário das artes paulistas na década de 40 e foi um dos fundadores e diretores do Museu de Arte Moderna de São Paulo, além de criador do prêmio Leirner de Artes Visuais. Em 1965, Felicia passou a residir em Campos do Jordão, onde em 1978 foi inaugurado o Museu Felicia Leirner, com 108 esculturas ao ar livre.
Alice Brill
São Paulo
circa 1951

Mario Zanini e sua obra
Arquivo/Coleção: Alice Brill
011CXART1302.jpg
Mario Zanini e sua obra
Retrato de Mario Zanini com uma de suas obras. Mario Zanini, filho de imigrantes italianos de procedência humilde, nasceu em 1907, no Cambuci, em São Paulo. Faleceu em 1971, sua última moradia foi em um sobrado da travessa Ana Neri, número 1.113, na Mooca, que lhe serviu de ateliê de 1967 até então.
Alice Brill
São Paulo
circa 1951

Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Arquivo/Coleção: Alice Brill
011CXB2105.jpg
Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Interno do Hospital Psiquiátrico do Juquery ao lado de obras de arte produzidas no ateliê; ele tem um cigarro na mão. A Escola Livre de Artes Plásticas, anteriormente denominada Seção de Artes Plásticas, foi implementada em 1948. A partir de 1950, passou a ser conduzida pelo médico e psiquiatra Osório Cesar, que já trabalhava no hospital desde 1925. O médico fundamentou as atividades da Escola Livre de modo a possibilitar aos doentes mentais o desenvolvimento de suas potencialidades, que seriam reveladas no ato de criação. Buscava-se com esse trabalho a não interferência nas produções dos pacientes, apenas orientando-os quanto às técnicas e uso de materiais. A Escola chegou a funcionar por cerca de 20 anos, mas foi desativada pelo abandono institucional, após a saída de Osório César. O médico morreria em 1980. Em 1985, o projeto da Escola Livre foi retomado com a inauguração do Museu Osório Cesar, que abriga o conjunto de sua obra.
Alice Brill
Hospital Psiquiátrico do Juquery
1950

Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Archive/Collection: Alice Brill
011CXB2106.jpg
Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Internos produzindo no ateliê da Escola Livre de Artes Plásticas do Hospital Psiquiátrico do Juquery. A Escola Livre de Artes Plásticas, anteriormente denominada Seção de Artes Plásticas, foi implementada em 1948. A partir de 1950, passou a ser conduzida pelo médico e psiquiatra Osório Cesar, que já trabalhava no hospital desde 1925. O médico fundamentou as atividades da Escola Livre de modo a possibilitar aos doentes mentais o desenvolvimento de suas potencialidades, que seriam reveladas no ato de criação. Buscava-se com esse trabalho a não interferência nas produções dos pacientes, apenas orientando-os quanto às técnicas e uso de materiais. A Escola chegou a funcionar por cerca de 20 anos, mas foi desativada pelo abandono institucional, após a saída de Osório César. O médico morreria em 1980. Em 1985, o projeto da Escola Livre foi retomado com a inauguração do Museu Osório Cesar, que abriga o conjunto de sua obra.
Alice Brill
Hospital Psiquiátrico do Juquery
1950

Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Arquivo/Coleção: Alice Brill
011CXB2107.jpg
Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Interno do Hospital Psiquiátrico do Juquery no ateliê da Escola Livre de Artes Plásticas, sentado diante de obras de arte. A Escola Livre de Artes Plásticas, anteriormente denominada Seção de Artes Plásticas, foi implementada em 1948. A partir de 1950, passou a ser conduzida pelo médico e psiquiatra Osório Cesar, que já trabalhava no hospital desde 1925. O médico fundamentou as atividades da Escola Livre de modo a possibilitar aos doentes mentais o desenvolvimento de suas potencialidades, que seriam reveladas no ato de criação. Buscava-se com esse trabalho a não interferência nas produções dos pacientes, apenas orientando-os quanto às técnicas e uso de materiais. A Escola chegou a funcionar por cerca de 20 anos, mas foi desativada pelo abandono institucional, após a saída de Osório César. O médico morreria em 1980. Em 1985, o projeto da Escola Livre foi retomado com a inauguração do Museu Osório Cesar, que abriga o conjunto de sua obra.
Alice Brill
Hospital Psiquiátrico do Juquery
1950

Interna do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Arquivo/Coleção: Alice Brill
011CXB2109.jpg
Interna do Hospital Psiquiátrico do Juquery
A interna Aurora Cursino dos Santos posa diante de obras penduradas na parede. Ela era uma das mais ativas pintoras do ateliê da Escola Livre das Artes Plásticas do Hospital Psiquiátrico do Juquery. A Escola Livre de Artes Plásticas, anteriormente denominada Seção de Artes Plásticas, foi implementada em 1948. A partir de 1950, passou a ser conduzida pelo médico e psiquiatra Osório Cesar, que já trabalhava no hospital desde 1925. O médico fundamentou as atividades da Escola Livre de modo a possibilitar aos doentes mentais o desenvolvimento de suas potencialidades, que seriam reveladas no ato de criação. Buscava-se com esse trabalho a não interferência nas produções dos pacientes, apenas orientando-os quanto às técnicas e uso de materiais. A Escola chegou a funcionar por cerca de 20 anos, mas foi desativada pelo abandono institucional, após a saída de Osório César. O médico morreria em 1980. Em 1985, o projeto da Escola Livre foi retomado com a inauguração do Museu Osório Cesar, que abriga o conjunto de sua obra.
Alice Brill
Hospital Psiquiátrico do Juquery
1950

Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Arquivo/Coleção: Alice Brill
011CXB2110.jpg
Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Interno pinta tela no ateliê da Escola Livre de Artes Plásticas do Hospital Psiquiátrico do Juquery. A Escola Livre de Artes Plásticas, anteriormente denominada Seção de Artes Plásticas, foi implementada em 1948. A partir de 1950, passou a ser conduzida pelo médico e psiquiatra Osório Cesar, que já trabalhava no hospital desde 1925. O médico fundamentou as atividades da Escola Livre de modo a possibilitar aos doentes mentais o desenvolvimento de suas potencialidades, que seriam reveladas no ato de criação. Buscava-se com esse trabalho a não interferência nas produções dos pacientes, apenas orientando-os quanto às técnicas e uso de materiais. A Escola chegou a funcionar por cerca de 20 anos, mas foi desativada pelo abandono institucional, após a saída de Osório César. O médico morreria em 1980. Em 1985, o projeto da Escola Livre foi retomado com a inauguração do Museu Osório Cesar, que abriga o conjunto de sua obra.
Alice Brill
Hospital Psiquiátrico do Juquery
1950