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Retrato de mulher negra com criança às costas e cesto de bananas na cabeça
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Retrato de mulher negra com criança às costas e cesto de bananas na cabeça
Retrato de mulher negra de perfil, com vestimentas brancas e turbante na mesma cor, enrolada num manto listrado. Carrega cesto de bananas na cabeça e criança nas costas, enrolada no manto listrado.
Marc Ferrez
Salvador
circa 1885

Retrato de vendedora de miudezas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato de vendedora de miudezas
No ano de 1900, Ferrez inicia a produção de séries de cartões postais, ampliando significativamente o alcance e o público de suas imagens. De acordo com o pesquisador Paulo Berger, o fotógrafo teria produzido cerca de 350 postais diferentes, em sua maioria de vistas do Rio de Janeiro. Na primeira série editada, com títulos e endereço do fotógrafo em francês, “Rue de S. Jose 88”, há dois cartões que trazem duas imagens de vendedores, cada uma: “Vendeurs ambulants (de cebola e galinhas)”, “Vendeurs ambulants”(de legumes e vassoura) . Tais imagens, provavelmente realizadas no final do século, pertencem a um conjunto de retratos de tipos populares das ruas do Rio, como o Cesteiro, o Funileiro, o Vassoreiro, o Mascate e os Jornaleiros, posando com suas mercadorias em frente a um fundo neutro, cuja autoria foi, durante muito tempo, atribuída exclusivamente a Ferrez. Um exame nos negativos de vidro que se encontram no acervo do Instituto Moreira Salles, revelou, entretanto, que algumas delas são assinadas por Gomes Junior, um autor desconhecido.
Gomes Junior
Rio de Janeiro
circa 1899

Amolador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Amolador
No ano de 1900, Ferrez inicia a produção de séries de cartões postais, ampliando significativamente o alcance e o público de suas imagens. De acordo com o pesquisador Paulo Berger, o fotógrafo teria produzido cerca de 350 postais diferentes, em sua maioria de vistas do Rio de Janeiro. Na primeira série editada, com títulos e endereço do fotógrafo em francês, “Rue de S. Jose 88”, há dois cartões que trazem duas imagens de vendedores, cada uma: “Vendeurs ambulants (de cebola e galinhas)”, “Vendeurs ambulants”(de legumes e vassoura) . Tais imagens, provavelmente realizadas no final do século, pertencem a um conjunto de retratos de tipos populares das ruas do Rio, como o Cesteiro, o Funileiro, o Vassoreiro, o Mascate e os Jornaleiros, posando com suas mercadorias em frente a um fundo neutro, cuja autoria foi, durante muito tempo, atribuída exclusivamente a Ferrez. Um exame nos negativos de vidro que se encontram no acervo do Instituto Moreira Salles, revelou, entretanto, que algumas delas são assinadas por Gomes Junior, um autor desconhecido.
Gomes Junior
Rio de Janeiro
circa 1899

Vendedora de miudezas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vendedora de miudezas
Marc Ferrez fez uma série de fotografias sobre vendedores ambulantes que circulavam pela cidade no final do século XIX. Ele andava com uma lona que colocava atrás das pessoas, transformando a rua em um estúdio ao ar livre, tornando possível que os tipos fossem fotografados onde quer que Ferrez os encontrasse.
Gomes Junior
Rio de Janeiro
circa 1899

Feira de Penedo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira de Penedo
Feira de artesanato em Penedo, Alagoas, região rica em artesãos. Predominam as esculturas, em madeira, pedra, calcário, gesso e barro, e também são confeccionados objetos em couro, palha, fibra e casca de coco. Tudo isso é comercializado em grandes mercados abertos. A cidade, localizada na foz do rio São Francisco, ergue-se sobre um rochedo e é considerada importante para o controle do rio. Sua colonização inicial foi feita por portugueses, mas no século XVII, quando da invasão holandesa no Nordeste, a cidade foi conquistada por Maurício de Nassau. Durante a invasão, Nassau lá instalou o forte que leva seu nome. Penedo carrega também a marca dos missionários franciscanos, que ergueram igrejas e conventos na cidade.
Marcel Gautherot
Penedo
circa 1956

Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Tradição na cidade de Salvador, a chamada "Segunda-feira Gorda da Ribeira" antecede os festejos carnavelescos na cidade. Após o domingo, as barracas que estavam na festa do Bonfim são transferidas para a Ribeira, dando origem à festa. Esse evento se desenvolve em clima carnavalesco. Com uma vista privilegiada para o mar que se estende por toda a orla do bucólico bairro da Ribeira, na Cidade Baixa, milhares de barracas comercializam bebidas e comidas típicas e fazem a alegria dos presentes, em plena segunda-feira, regada a muita música, batucada e apresentações folclóricas. A festa do bonfim acontece no segundo domingo depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Ribeira
circa 1958