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A Glória vista do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Glória vista do Passeio Público
A Glória vista do Passeio Público. A Glória surgiu a mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de melhorar a aparência ao logradouro.
Georges Leuzinger
Glória
circa 1865

Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Paço Imperial
O Paço foi construído no século XVIII, por mando do famoso Conde de Bobadela, com o intuito de servir de moradia dos governadores da Capitania. Depois da capital ter sido transferida para o Rio de Janeiro, em 1760, e com o objetivo de manter o poder real mais próximo das Minas Gerais, o prédio abrigou os Vice-Reis da Colônia, a começar pelo Conde de Resende, que deu melhor acabamento ao edifício, construindo mais um pavimento. Mais tarde, abrigou D. João VI e os imperadores brasileiros. Atualmente abriga um centro cultural.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Lapa e Passeio Público, a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Lapa e Passeio Público, a partir de Santa Teresa
Em 1775 surgiram na Lapa o seminário e a capela de Nossa Senhora da Lapa. Por conta disso, o Largo da Lapa, em frente, ficou conhecido pelos transeuntes como Largo dos Formigões, por conta dos trajes negros dos padres. Já em 1808 o largo, que se encontrava abandonado, foi revitalizado com a chegada do convento das Carmelitas, que foram desalojadas do Largo do Paço. Ao abrigar as freiras, o convento e a Igreja ficaram conhecidos como Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro, em referência ao morro do Desterro que ficava logo em frente e hoje chama-se Santa Teresa. Com o alvorecer do século XX, a Lapa, outrora bairro nobre, foi perdendo importância no cenário carioca, já que as classes abastadas estavam se mudando para a Zona Sul. Assim, passou a abrigar a boêmia carioca, sendo freqüentada por malandros, capoeiras, prostitutas e artistas.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Dois Irmãos e Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Dois Irmãos e Lagoa Rodrigo de Freitas
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índigenas de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde funcionava o engenho primitivo. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a rua Humaitá) até a Gávea, e de Copacabana até o final do Leblon. Ao fundo vemos o Morro Dois Irmãos.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Aleia das palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Aleia das palmeiras no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Euterpe oleracea (açaí)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Euterpe oleracea (açaí)
O açaí (Euterpe oleracea Mart.) é uma das inúmeras palmeiras típicas da região Amazônica, ao norte do país. Na foto, um exemplar encontrado no bairro de Petrópolis em Manaus.
Georges Leuzinger
Manaus
circa 1866

Petrópolis. Geonoma Esp. nov. (urucurana)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Petrópolis. Geonoma Esp. nov. (urucurana)
A urucurana, também conhecida como "sangra-d'água" e "sangue-de-drago" é uma espécie arbórea característica de terrenos muito úmidos e brejosos. Pode ser encontrada, entre outros lugares, na Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Georges Leuzinger
Petrópolis
circa 1866