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Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Arquivo/Coleção: Dulce Soares
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Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Homem trabalhando em tinturaria.
Dulce Soares
Barra Funda
1977

Barra Funda – Esquinas, fachadas e interiores
Archive/Collection: Dulce Soares
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Barra Funda – Esquinas, fachadas e interiores
Interior de grande mercado de secos e molhados e açougues.
Dulce Soares
Barra Funda
1977

Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Arquivo/Coleção: Dulce Soares
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Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Sala de espetáculos do Teatro São Pedro. De propriedade de Manoel Fernandes Lopes, imigrante português, o Theatro São Pedro é inaugurado em 16 de janeiro de 1917. Construído no estilo neoclássico e de inspiração "art-noveau", o teatro em tons salmão é revestido por cortinas de veludo vermelhas e verdes, alusão à pátria portuguesa. Desde que abriu suas portas caracterizou-se por uma programação eclética, espetáculos de variedades, operetas, dramas, comédias teatrais e concertos. Na década de 40 o teatro foi desativado passando a integrar um circuito comercial de cinemas, já perdendo algumas de suas características arquitetônicas, e na década de 60, sua pior fase, foi desativado e sua platéia servia de depósito de materiais e estacionamento. Passou por duas grandes reformas, em 1968 e 1970, perdendo parte de suas linhas originais, porém voltando à atividade teatral com apresentações regulares. Com a reforma de 1970 o teatro ganhou uma nova sala, o Studio São Pedro, com 200 lugares. Em 1973 o teatro foi sub-locado à Secretaria de Estado da Cultura como sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, até 1981, quando o prédio foi devolvido aos seus proprietários, descendentes de Manoel Fernandes Lopes. Em 1984 foi tombado e tiveram início então os estudos para sua recuperação, baseados em avaliações históricas. Passou dos 900 lugares iniciais a 636 cômodas poltronas, privilegiando a segurança e o conforto, tratamento acústico adequado, modernos equipamentos contra incêndio, de som, luz e ar refrigerado.
Dulce Soares
Rua Albuquerque Lins ; Rua Barra Funda ; Barra Funda
1977

Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Arquivo/Coleção: Dulce Soares
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Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Escadarias do saguão do Teatro São Pedro, e porta de entrada da sala de espetáculos. De propriedade de Manoel Fernandes Lopes, imigrante português, o Theatro São Pedro é inaugurado em 16 de janeiro de 1917. Construído no estilo neoclássico e de inspiração "art-noveau", o teatro em tons salmão é revestido por cortinas de veludo vermelhas e verdes, alusão à pátria portuguesa. Desde que abriu suas portas caracterizou-se por uma programação eclética, espetáculos de variedades, operetas, dramas, comédias teatrais e concertos. Na década de 40 o teatro foi desativado passando a integrar um circuito comercial de cinemas, já perdendo algumas de suas características arquitetônicas, e na década de 60, sua pior fase, foi desativado e sua platéia servia de depósito de materiais e estacionamento. Passou por duas grandes reformas, em 1968 e 1970, perdendo parte de suas linhas originais, porém voltando à atividade teatral com apresentações regulares. Com a reforma de 1970 o teatro ganhou uma nova sala, o Studio São Pedro, com 200 lugares. Em 1973 o teatro foi sub-locado à Secretaria de Estado da Cultura como sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, até 1981, quando o prédio foi devolvido aos seus proprietários, descendentes de Manoel Fernandes Lopes. Em 1984 foi tombado e tiveram início então os estudos para sua recuperação, baseados em avaliações históricas. Passou dos 900 lugares iniciais a 636 cômodas poltronas, privilegiando a segurança e o conforto, tratamento acústico adequado, modernos equipamentos contra incêndio, de som, luz e ar refrigerado.
Dulce Soares
Rua Albuquerque Lins ; Rua Barra Funda ; Barra Funda
1977

Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Arquivo/Coleção: Dulce Soares
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Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Escadaria do saguão do Teatro São Pedro e porta de entrada da sala de espetáculos. De propriedade de Manoel Fernandes Lopes, imigrante português, o Theatro São Pedro é inaugurado em 16 de janeiro de 1917. Construído no estilo neoclássico e de inspiração "art-noveau", o teatro em tons salmão é revestido por cortinas de veludo vermelhas e verdes, alusão à pátria portuguesa. Desde que abriu suas portas caracterizou-se por uma programação eclética, espetáculos de variedades, operetas, dramas, comédias teatrais e concertos. Na década de 40 o teatro foi desativado passando a integrar um circuito comercial de cinemas, já perdendo algumas de suas características arquitetônicas, e na década de 60, sua pior fase, foi desativado e sua platéia servia de depósito de materiais e estacionamento. Passou por duas grandes reformas, em 1968 e 1970, perdendo parte de suas linhas originais, porém voltando à atividade teatral com apresentações regulares. Com a reforma de 1970 o teatro ganhou uma nova sala, o Studio São Pedro, com 200 lugares. Em 1973 o teatro foi sub-locado à Secretaria de Estado da Cultura como sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, até 1981, quando o prédio foi devolvido aos seus proprietários, descendentes de Manoel Fernandes Lopes. Em 1984 foi tombado e tiveram início então os estudos para sua recuperação, baseados em avaliações históricas. Passou dos 900 lugares iniciais a 636 cômodas poltronas, privilegiando a segurança e o conforto, tratamento acústico adequado, modernos equipamentos contra incêndio, de som, luz e ar refrigerado.
Dulce Soares
Rua Albuquerque Lins ; Rua Barra Funda ; Barra Funda
1977

Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Arquivo/Coleção: Dulce Soares
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Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Saguão de entrada do Teatro São Pedro. De propriedade de Manoel Fernandes Lopes, imigrante português, o Theatro São Pedro é inaugurado em 16 de janeiro de 1917. Construído no estilo neoclássico e de inspiração "art-noveau", o teatro em tons salmão é revestido por cortinas de veludo vermelhas e verdes, alusão à pátria portuguesa. Desde que abriu suas portas caracterizou-se por uma programação eclética, espetáculos de variedades, operetas, dramas, comédias teatrais e concertos. Na década de 40 o teatro foi desativado passando a integrar um circuito comercial de cinemas, já perdendo algumas de suas características arquitetônicas, e na década de 60, sua pior fase, foi desativado e sua platéia servia de depósito de materiais e estacionamento. Passou por duas grandes reformas, em 1968 e 1970, perdendo parte de suas linhas originais, porém voltando à atividade teatral com apresentações regulares. Com a reforma de 1970 o teatro ganhou uma nova sala, o Studio São Pedro, com 200 lugares. Em 1973 o teatro foi sub-locado à Secretaria de Estado da Cultura como sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, até 1981, quando o prédio foi devolvido aos seus proprietários, descendentes de Manoel Fernandes Lopes. Em 1984 foi tombado e tiveram início então os estudos para sua recuperação, baseados em avaliações históricas. Passou dos 900 lugares iniciais a 636 cômodas poltronas, privilegiando a segurança e o conforto, tratamento acústico adequado, modernos equipamentos contra incêndio, de som, luz e ar refrigerado; imagem publicada com corte.
Dulce Soares
Rua Albuquerque Lins ; Rua Barra Funda ; Barra Funda
1977

Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Arquivo/Coleção: Dulce Soares
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Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Biblioteca no interior do Teatro Escola Macunaíma situado na rua Lopes Chaves, antiga residência do escritor Mário de Andrade. Imóvel onde Mário de Andrade morou de 1921 a 1945 (data de seu falecimento), sendo que entre 1938 e 1941 o escritor residiu no Rio de Janeiro. Na data da imagem abrigava o Teatro Escola Macunaíma, fundado em 1973, que hoje se situa em dois endereços: rua Adolfo Gordo, 238 - Campos Elíseos e rua Fortaleza, 68 - Bela Vista.
Dulce Soares
Rua Lopes Chaves ; Barra Funda
1977

Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Arquivo/Coleção: Dulce Soares
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Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Corredor interno do palacete da Chácara do Carvalho, atual sede do Instituto de Educação Boni Consilii. A Chácara do Carvalho, com uma área total de 10.559 m2, localiza-se na esquina das alamedas Barão de Limeira e Eduardo Prado. Seu palacete foi projetado e construído por Luigi Pucci em 1893 para residência do Conselheiro Antônio da Silva Prado (1840-1929), que herdara a chácara do avô, o Barão de Iguape. Seus descendentes a habitaram até 1931. A partir de novembro de 1936 torna-se propriedade do Colégio Sagrado Coração de Jesus que, em 30 de maio de 1937 inaugura escola com os cursos primário, secundário e comercial. Em 30 de janeiro de 1947 o Colégio Sagrado Coração de Jesus adota o nome de Ginásio "Boni Consilii". Em 1959 inaugura novo prédio complementar, de dois andares, e ainda a nova capela e o auditório. Em 1968 inaugura o curso Normal e passa a se chamar Instituto de Educação "Boni Consilii", nome usado até a presente data.
Dulce Soares
Barra Funda
1977

Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Arquivo/Coleção: Dulce Soares
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Barra Funda - Esquinas, fachadas e interiores
Ambiente interno do palacete da Chácara do Carvalho, atual sede do Instituto de Educação Boni Consilii. A Chácara do Carvalho, com uma área total de 10.559 m2, localiza-se na esquina das alamedas Barão de Limeira e Eduardo Prado. Seu palacete foi projetado e construído por Luigi Pucci em 1893 para residência do Conselheiro Antônio da Silva Prado (1840-1929), que herdara a chácara do avô, o Barão de Iguape. Seus descendentes a habitaram até 1931. A partir de novembro de 1936 torna-se propriedade do Colégio Sagrado Coração de Jesus que, em 30 de maio de 1937 inaugura escola com os cursos primário, secundário e comercial. Em 30 de janeiro de 1947 o Colégio Sagrado Coração de Jesus adota o nome de Ginásio "Boni Consilii". Em 1959 inaugura novo prédio complementar, de dois andares, e ainda a nova capela e o auditório. Em 1968 inaugura o curso Normal e passa a se chamar Instituto de Educação "Boni Consilii", nome usado até a presente data.
Dulce Soares
Barra Funda
1977