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Colônia Neu-Württemberg
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Colônia Neu-Württemberg
A colônia Neu-Württemberg, no noroeste da Província do Rio Grande do Sul, foi formada a partir da compra de terras pela Empresa de Colonização Dr. Herrmann Meyer. As primeiras terras adquiridas por Meyer, a partir de 1897, formaram as colônias de Neu-Württemberg, Xingu, Boi Preto, Fortaleza, Erval Seco e Júlio de Castilhos. A maioria das terras foram compradas de particulares, e o objetivo das colônias era abrigar imigrantes alemães e protestantes, limitando a entrada dos que não se encaixassem nesse padrão. Um dos problemas da formação dessas colônias foi a expulsão dos trabalhadores nacionais, até então instalados nas zonas de mata e obrigados a deixar seus ranchos. Tais trabalhadores muitas vezes não possuíam títulos de legitimação de posse e, para a Empresa de Colonização, a falta deste representava intrusão, passível de ser punida com a expulsão das terras. O sucesso da colônia Neu-Württemberg, devido à proximidade com a estrada de ferro, a existência de matas com madeiras valiosas e toda uma infra-estrutura adequada, acabou servindo como modelo para suas congêneres. Neu-Württemberg é conhecida atualmente como a cidade de Panambi.
Hermann Meyer
Panambi
circa 1890

Residência de Carlos Dhein
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0001.jpg
Residência de Carlos Dhein
Hans Meyer
RS
circa 1890

Lupicínio Rodrigues
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Lupicínio Rodrigues
Lupicínio Rodrigues em seu sítio na Cavalhada. Lupicínio Rodrigues (Porto Alegre, RS, 16/09/1914 - Porto Alegre, RS, 27/08/1974): compositor e cantor. Tio do compositor e instrumentista (bateria) Mutinho [Lupicínio Moraes Rodrigues] (Porto Alegre, RS, 04/02/1941).
Cavalhada
s.d.

Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Carnaval de caipiras. Ao fundo, há um estandarte onde se lê: “Bloco dos Caipiras. O casamento é hoje”. Reprodução da revista “Cultura Política”.
RS
1930s

Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Carnaval de caipiras. Ao fundo, há um estandarte onde se lê: “Bloco dos Caipiras. O casamento é hoje”. Reprodução da revista “Cultura Política”.
RS
1930s

Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Carnaval de caipiras. Ao fundo, há um estandarte onde se lê: “Bloco dos Caipiras. O casamento é hoje”. Reprodução da revista “Cultura Política”.
RS
1930s

Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Carnaval de caipiras. Ao fundo, há um estandarte onde se lê: “Bloco dos Caipiras. O casamento é hoje”. Reprodução da revista “Cultura Política”.
RS
1930s

Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Carnaval de caipiras. Ao fundo, há um estandarte onde se lê: “Bloco dos Caipiras. O casamento é hoje”. Reprodução da revista “Cultura Política”.
RS
1930s

Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Bloco dos Caipiras (reprodução de periódico)
Carnaval de caipiras. Ao fundo, há um estandarte onde se lê: “Bloco dos Caipiras. O casamento é hoje”. Reprodução da revista “Cultura Política”.
RS
1930s