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Peixe boi (Manatus americanus)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0018.jpg
Peixe boi (Manatus americanus)
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Peixe boi", com a seguinte descrição: (Manatus americanus, Desm.) 9 pieds de long., pris du côté de la tête [(Manatus americanus, Desm.) 9 pés de comp., fotografado do lado da cabeça]", na prancha de nº 36.
Albert Frisch
AM
1868

Peixe boi (Manatus americanus)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0017.jpg
Peixe boi (Manatus americanus)
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Peixe boi (Manatus americanus, Desm.) Dans sa position naturelle dans l'eau, 9 pieds de long [(Manatus americanus, Desm.) Em sua posição natural na água, 9 pés de comprimento]", na prancha de nº 35.
Albert Frisch
AM
1868

Jacaré
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0016.jpg
Jacaré
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Jacaré - sur pied, d'une longeur de 18 pieds. On en trouve des milliers dans les lacs voisins de grand fleuve [Jacaré - de pé, 18 pés de comprimento. Milhares deles são encontrados nos lagos próximos ao grande rio", na prancha de nº 32.
Albert Frisch
AM
1868

Jacaré
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0015.jpg
Jacaré
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX.Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Jacaré - couché sur le côte; d'une longeur de 18 pied [deitado de lado; 18 pés de comprimento]", na prancha de nº 33.
Albert Frisch
AM
1868

Pirarucu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0006.jpg
Pirarucu
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Pirarucú (Sudis Gigas, Cuv.) 9 pieds de long. Poisson de l'Amazonas, dont on pêche de 100 à 150 mille Arrobas par an (Article d'exportation) [(Sudis Gigas, Cuv.) 9 pés de comprimento. Peixe da Amazônia, do qual são pescados 100 a 150 mil Arrobas por ano (item de exportação)]", na prancha de nº 30.
Albert Frisch
AM
1868

Série Amazonas - Casa
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
02409AM0209.jpg
Série Amazonas - Casa
Fotografia integra conjunto realizado em 1985, quando Maureen Bisilliat percorreu as margens dos rios Amazonas e Solimões durante 48 dias. A inspiração para o itinerário foi uma das viagens realizadas por Mário de Andrade em 1927, registrado no diário de bordo do escritor, publicado posteriormente sob o título de “Turista Aprendiz” (1976). Acompanhada por Dorian Taterka, pelo cinegrafista Lúcio Kodato e por seu marido Jacques Bisilliat, Maureen teve a oportunidade de conhecer aspectos da vida da população ribeirinha. O percurso, realizado a bordo do pequeno barco Lima Gonçalves, passou pelo roteiro Belém – Manaus, Manaus – Porto Velho e, por último, Porto velho – Belém. As fotografias da viagem foram expostas na XVIII Bienal de São Paulo (1985), onde o filme da viagem também foi exibido. Além disso, a iniciativa deu origem à publicação do livro “Decantando as águas – o Turista Aprendiz Revisitado” (2013), projeto que contou com a participação de Ruth Klotzel (apresentação), Kelly Polato (tratamento de imagens retiradas do filme da viagem) e Maria Luiza X. Souto (organização).
Maureen Bisilliat
Amazônia
1985

Tarumã
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Tarumã
Tarumã é um bairro de Manaus.
Marcel Gautherot
Tarumã
circa 1950

Mercado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mercado
Mercado ribeirinho, em Manaus.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1966

Mercado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMME25133.jpg
Mercado
Mercado ribeirinho, em Manaus.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1966