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Colônia Neu-Württemberg
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Colônia Neu-Württemberg
A colônia Neu-Württemberg, no noroeste da Província do Rio Grande do Sul, foi formada a partir da compra de terras pela Empresa de Colonização Dr. Herrmann Meyer. As primeiras terras adquiridas por Meyer, a partir de 1897, formaram as colônias de Neu-Württemberg, Xingu, Boi Preto, Fortaleza, Erval Seco e Júlio de Castilhos. A maioria das terras foram compradas de particulares, e o objetivo das colônias era abrigar imigrantes alemães e protestantes, limitando a entrada dos que não se encaixassem nesse padrão. Um dos problemas da formação dessas colônias foi a expulsão dos trabalhadores nacionais, até então instalados nas zonas de mata e obrigados a deixar seus ranchos. Tais trabalhadores muitas vezes não possuíam títulos de legitimação de posse e, para a Empresa de Colonização, a falta deste representava intrusão, passível de ser punida com a expulsão das terras. O sucesso da colônia Neu-Württemberg, devido à proximidade com a estrada de ferro, a existência de matas com madeiras valiosas e toda uma infra-estrutura adequada, acabou servindo como modelo para suas congêneres. Neu-Württemberg é conhecida atualmente como a cidade de Panambi.
Hermann Meyer
Panambi
circa 1890

Revolução de 1930 ; tropa gaúcha a cavalo em frente ao obelisco da Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Revolução de 1930 ; tropa gaúcha a cavalo em frente ao obelisco da Avenida Rio Branco
Autoria não identificada
Praça Floriano Peixoto ; Cinelândia ; Centro
1930

Revolução de 1930; tropa gaúcha a cavalo em frente ao Palácio Monroe e ao Obelisco
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Revolução de 1930; tropa gaúcha a cavalo em frente ao Palácio Monroe e ao Obelisco
Autoria não identificada
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1930

Dois elefantes diante do Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Dois elefantes diante do Palácio do Catete
Autoria não identificada
Rua do Catete ; Catete
circa 1915

Cerimônia no Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Cerimônia no Palácio do Catete
Autoria não identificada
Rua do Catete ; Catete
circa 1925

Rua Buenos Aires; prédio da Revista da Semana - Eu sei Tudo
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Rua Buenos Aires; prédio da Revista da Semana - Eu sei Tudo
Autoria não identificada
Rua da Alfândega ; Centro
circa 1920

Morro do Castelo em processo de demolição; visto da Rua México
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Morro do Castelo em processo de demolição; visto da Rua México
Autoria não identificada
Rua México ; Centro
circa 1922

Gaiola de pássaros no Morro da Viúva
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Gaiola de pássaros no Morro da Viúva
Marc Ferrez
Flamengo
circa 1912

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo de São Francisco de Paula, Escola Politécnica e, ao fundo, o prédio do Real Gabinete Português de Leitura
A Academia que vemos à esquerda foi criada em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1750. O próprio prédio militar só ficou pronto entre1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subseqüentes o espaço foi usado pela Escola Militar (1842), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Marc Ferrez
Centro
circa 1895