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Rua da Matriz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Matriz
Sobrado de sete janelas comprado pelo Presidente José Bento Júnior para Repartição Provincial.
Abilio Coutinho
Penedo
1869

Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres
Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, tendo barqueiros no rio São Francisco em primeiro plano. Coutinho, natural de Alagoas, produziu alguns dos mais antigos registros fotográficos do estado.
Abilio Coutinho
AL
1869

Povoação do Barro Vermelho (Penedo)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação do Barro Vermelho (Penedo)
Penedo tem história longa e importante para a região do São Francisco. Localizada na foz do rio, sua região é importante para o controle do mesmo, fato que chamou a atenção de Maurício de Nassau quando da invasão holandesa. Nassau conquistou a cidade e instalou lá o forte Mauricio de Nassau. Franz Post fez gravuras importantes na época da invasão, no século XVII.
Abilio Coutinho
Penedo
1869

Vila de Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vila de Pão de Açúcar
Quando da viagem à cachoeira Paulo Afonso, em 1859, o Imperador D. Pedro II por lá pernoitou. O início do povoamento aconteceu por volta de 1611, abrigando brancos e índios que vinham da Serra do Aracaré, em Sergipe. Em 1660 as terras que dariam origem ao município (que já haviam pertencido aos índios e a Cristovão da Rocha) foram doadas como sesmaria ao português Lourenço José de Brito Correia. Lourenço instalou então uma fazenda de gado batizada de Pão de Açúcar, devido às fôrmas em que se colocava o açúcar produzido no Brasil para a exportação. Por volta de 1815 as terras foram arrematadas em leilão pela família do padre José Rodrigues Delgado, que deu impulso ao desenvolvimento do povoado. Em 1877 foi elevada à categoria de cidade.
Abilio Coutinho
Rua da Praia
1869

Povoação de São Brás
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Povoação de São Brás
Vila à margem do S. francisco fica entre Porto Real e Penedo. MA
Abilio Coutinho
São Brás
circa 1860

Povoação da Lagôa Funda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação da Lagôa Funda
Entre as vilas de Pão de açucar e Traípu, surgiu como freguesia dessa segunda. No entanto, alcançou status de vila, em 1886 , que depois foi revogado voltando a ser freguesia de Traípu. Já foi incorporado tambem a Pão de Açucar. O Rio São Francisco foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII. MA
Abilio Coutinho
Belo Monte, antiga Povoação de Lagoa Funda
circa 1860

Barra do Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barra do Ipanema
Localizada perto da Vila Pão de Açúcar, era mais uma vila à beira do Rio São Francisco. Desbravadores que participavam de explorações ao longo do rio São Francisco atingiram o rio Ipanema no ponto em que ele se encontrava com o São Francisco, onde surgiu um povoado no qual missionários, comerciantes e colonizadores dos centros maiores faziam seus negócios. O local ficou conhecido então como Barra do Ipanema. O rio São Francisco, aliás, foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII.
Abilio Coutinho
Barra do Ipanema
1869

Vila do Traipú
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3FG06-015.jpg
Vila do Traipú
Vila à margem do Rio São Francisco, fica entre São Braz e Belo Monte. O Rio São Francisco foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII.
Abilio Coutinho
Traípu
circa 1860

Povoação do Limoeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação do Limoeiro
A fotografia do povoado de Limoeiro, tirada em janeiro de 1869, integra o relatório de viagem do Presidente da Província de Alagoas, José Bento da Cunha Figueiredo Junior, quando de uma excursão à Cachoeira de Paulo Afonso. O relatório, escrito por Ollympio Euzébio de Arroxelas Galvão e José Antônio Magalhães Basto, trazia inúmeras imagens das povoações alagoans ribeirinhas do São Francisco, todas produzidas por Abílio Coutinho. Na época, segundo o relatório, o povoado era constituído por duas ruas, cerca de sessenta casas e uma capela dedicada a Jesus, Maria e José, cuja construção prolongou-se de 1782 até 1787.
Abilio Coutinho
Pão de Açúcar
1869

Povoação do Porto Real do Colégio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação do Porto Real do Colégio
Vila às margens do Rio São Francisco, entre São Braz e Penedo. O Rio São Francisco foi descoberto logo no começo da colonização brasileira, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII.
Abilio Coutinho
Porto Real do Colégio
circa 1868

Entrada de Maceió
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada de Maceió
Vista geral de Maceió, feita capital da província em 1839. Teve importante papel no cenário político nacional depois que foi feita capitania independente de Pernambuco, em 1817, sendo palco de uma série de sublevações como a Confederação do Equador (1824), Cabanada (1832/1835) e a Revolução Praieira (1849), entre outras. O nome Maceió teria surgido de um engenho de cana chamado Maçaió, palavra de origem indígena cujo significado é "terra alagada", que era como os índios chamavam a foz do rio Mundaú.
Abilio Coutinho
Maceió
1869

Margem do Rio Cotinguiba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Margem do Rio Cotinguiba
Margem do Cotinguiba, o principal afluente do rio Sergipe, na cidade de Aracaju. Uma das primeiras cidades planejadas do Brasil, Aracaju foi elevada à capital da Província de Sergipe em 1855. A partir daí, a cidade, que estava instalada no alto da Colina de Santo Antônio, se expande para as margens do rio Sergipe. A cidade abrigou também um importante porto para escoamento da produção de açúcar do Vale do Cotinguiba.
Abilio Coutinho
Rio Cotinguiba
circa 1869

Vila de Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vila de Pão de Açucar
Quando da viagem à cachoeira Paulo Afonso, em 1859, o Imperador D. Pedro II por lá pernoitou. Em 1877 foi elevada à categoria de cidade. O Rio São Francisco foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII.
Abilio Coutinho
Rua da Praia
circa 1870