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Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Praça da Constituição
A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Auguste Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Georges Leuzinger
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
circa 1865

Bonde (reprodução)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Bonde (reprodução)
Bonde em frente ao Teatro São José.
Praça Tiradentes
s.d.

Praça Tiradentes; a partir do Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça Tiradentes; a partir do Teatro João Caetano
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
A Praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara. A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Georges Leuzinger
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
circa 1866

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Georges Leuzinger
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
circa 1866

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Praça com a Estatua de Dom Pedro I. (no cavallo). A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861, Rochet montou o monumento na Praça da Constituição, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A Praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Estátua equestre de D. Pedro I
A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Auguste Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, seu nome mudou para praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido o nome praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Georges Leuzinger
Praça da Indepedência, atual Praça Tiradentes ; Centro
circa 1867

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