Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Avenida Paulista, em direção à Rua do Paraíso
Arquivo/Coleção: J. Hoffenberg
P009CJHF2005.jpg
Avenida Paulista, em direção à Rua do Paraíso
Guilherme Gaensly
Bela Vista
24 de fevereiro de 1902

Avenida Paulista, em direção à Rua da Consolação
Arquivo/Coleção: J. Hoffenberg
P009CJHF2004.jpg
Avenida Paulista, em direção à Rua da Consolação
Guilherme Gaensly
Bela Vista
24 de fevereiro de 1902

Theodora Amália de Nazareth e cunhadas
Arquivo/Coleção: Ernesto Nazareth
EN_ALB_01p07.jpg
Theodora Amália de Nazareth e cunhadas
Visita da família Meirelles (família de Theodora Amália, mulher de Ernesto Nazareth) à família Amado, precedendo o casamento de João Baptista Filho (irmão de Theodora Amália) com Maria José Amado. Da esquerda para a direita: Maria Amália Amado Barral da Fonseca, Maria Leonor Amado (a quem Ernesto Nazareth dedicou a polca "Bombom", publicada em 1899), pessoa não identificada, Theodora Amália Leal de Meirelles (mulher de Ernesto Nazareth) e Maria José Amado. Theodora Amália Meirelles de Nazareth [Theodora Amália Leal de Meirelles] (Rio de Janeiro, 09/05/1852 - Rio de Janeiro, 05/051929): a Dorica, mulher de Ernesto Nazareth, com quem se casou em 14/07/1886 na igreja de São Francisco Xavier do Engenho Velho. O casal teve quatro filhos: Eulina de Nazareth, Diniz Nazareth, Maria de Lourdes Nazareth (Marietta) e Ernesto de Nazareth (Ernestinho). Ernesto Nazareth [Ernesto Júlio de Nazareth] (Rio de Janeiro, 20/03/1863 - Rio de Janeiro, entre 01 e 04/02/1934): compositor e instrumentista (piano).
Guilherme Gaensly
Salvador
circa 1875

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
009SPSP009.jpg
Avenida Paulista
A Avenida Paulista foi inaugurada em 8 de dezembro de 1891, por iniciativa do engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Souza Lima. Seria chamada Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas, por iniciativa do próprio engenheiro, ela foi batizada de Paulista, em homenagem aos paulistas. O que impulsionou sua abertura foi o desejo dos cafeicultores do estado de possuírem residência fixa na cidade, mas num local que não estivesse próximo ao Centro Velho da cidade. A avenida seguia padrões urbanísticos relativamente novos, e seus palacetes incorporaram elementos da arquitetura eclética. Até a década de 1950, seu perfil era basicamente residencial, até que o desenvolvimento da cidade levou novos empreendimentos comerciais à região e a avenida passou por profundas reformas arquitetônicas e paisagísticas.
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1905

Colheita de Café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A6P3F03-078.jpg
Colheita de Café
Trabalhadores, provavelmente imigrantes europeus, na colheita de café em uma fazenda em São Paulo. A imigração começou no Brasil na década de 1850, chegando a conviver com o regime de trabalho escravo durante certo tempo. Os imigrantes chegaram em Araraquara por volta do início da década de 1870, e eram principalmente italianos.
Guilherme Gaensly
Araraquara
circa 1900

Praça Conde D'Eu
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F04-062.jpg
Praça Conde D'Eu
Fonte esculpida pelo artista português Antonio Moreira Rato e instalada na praça Conde d'Eu, em março de 1875, em comemoração à vitória brasileira na guerra do Paraguai (1864-1870).
Guilherme Gaensly
Praça Conde D'Eu
circa 1880

Capela do Bom Jesus da Redenção
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F04-061.jpg
Capela do Bom Jesus da Redenção
Capela do Bom Jesus da Redenção no cemitério público de Recife. Este espaço surgiu no bojo da reforma cemiterial que ia ocorrendo nas principais cidades do país em meados do século XIX. Subjacente a esta reforma estava o processo de secularização brasileira, na medida em que retirava da Igreja Católica o controle sobre os mortos a favor do Estado. Para isso, contribuiu em muito a atuação dos médicos sanitaristas com um saber novo e científico que pregavam os malefícios de enterrar os mortos nas Igrejas e proximidades (costume católico da época.) A peculiaridade do cemitério de Recife, portanto, foi a implementação da provável primeira capela dentro da necrópole. Estratégia eficaz para significar este novo espaço como sagrado e evitar resistências a esta nova maneira de encarar a morte.
Guilherme Gaensly
Cemitério Público de Recife
circa 1890

Mercado de São José
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F04-060.jpg
Mercado de São José
O mais antigo edifício em ferro do Brasil – O Mercado de São José – foi inaugurado no dia 7 de setembro de 1875. O mercado já foi o maior centro, na cidade do Recife, de cantadores, emboladores e da literatura de cordel.
Guilherme Gaensly
Recife
circa 1880

Rua do Crespo, atual Primeiro de Março.
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F04-059.jpg
Rua do Crespo, atual Primeiro de Março.
Rua do Crespo, onde não apenas pode-se observar a praça da Independência como também a rua do Cabugá. No fundo, eleva-se a torre da Matriz de Santo Antônio.
Guilherme Gaensly
Bairro de Santo Antônio
circa 1880

Filtrar por:

Áreas

Acervo IMS de A a Z

Assuntos

Pessoas

Locais

Datas

Técnicas

Suportes