Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Ivan Lessa (IL)
Sergio Augusto
(Autoria)
Ivan Lessa
(Destinatário)
(Autoria)
Ivan Lessa
(Destinatário)
26 de agosto de 1974
Detalhes
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Ivan Lessa (IL)
Ivan Lessa (IL) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
26 de agosto de 1974(Não)
Comentários sobre a perda de malas pela Varig. Envio de matéria sobre Joe Williams para ser publicada. Envio de revistas censuradas. Indagação acerca do recebimento do livro de Lahr. Comentários sobre a censura no Brasil. Considerações a respeito do cinema político feito na América Latina. Análise de filmes americanos. Lembrança de Ivan Lessa. Considerações sobre edição do jornal Pasquim. Referência aos jornais do Brasil, o Globo e Opinião. Comentários sobre o compromisso e utilidade do Pasquim
; 5(folhas)
Berkeley - Estados Unidos, Rio de Janeiro - RJ, Memórias do subdesenvolvimento, Lucia, Terra em transe, Um rosto na multidão, Vidas amargas, Chinatown, Maltese Falcon, Os três Mosqueteiros, As aventuras de Robin Hood, Daisy Miller, Bananas, California Split, Little Murders
Datiloscrito com emendas manuscritas. No documento há bilhete manuscrito de Elice Munerato. Folhas numeradas pelo autor.
Criado no Rio de Janeiro, o paulista de nascimento Ivan Lessa era filho do casal de jornalistas e escritores Orígenes Lessa e Elsie Lessa. Seguiu a carreira dos pais e trabalhou intensamente, sempre com brilho, em vários periódicos do Rio e de São Paulo. Colaborou no arrojado O Pasquim, para o qual criou Sig, o ratinho mascote do jornal, onde assinou, na década de 1970, a seção “Gip-Gip Nheco-Nheco”. No diário Última Hora fez grande sucesso com os verbetes humorísticos da coluna “ABC do sexo”. Parte de sua obra de cronista foi reunida em Garotos da fuzarca (1986), Ivan vê o mundo (1999) e O luar e a rainha (2005), entre outros. Passou os últimos 34 anos de vida em Londres como colaborador na BBC Brasil.;Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
O Arquivo Ivan Lessa chegou ao Instituto Moreira Salles em 2017. Contém correspondência, charges, desenhos, fotografias, crônicas, cadernos com anotações diversas.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.