Denominação do documento/obra/objeto: Cartão
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Francisco Iglésias (FI)
Maria Julieta Drummond de Andrade
(Autoria)
Francisco Iglésias
(Destinatário)
(Autoria)
Francisco Iglésias
(Destinatário)
2 de janeiro de 1987
Detalhes
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Francisco Iglésias (FI)
Francisco Iglésias (FI) > Série Correspondência pessoal > -
Cartão
2 de janeiro de 1987(Não)
Escritora e cronista consagrada, Maria Julieta Drummond de Andrade nasceu em 04 de março de 1928, em Belo Horizonte (MG). Aos seis anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. É conhecida a afinidade intelectual e de personalidade entre Maria Julieta e o pai, Carlos Drummond de Andrade. Iniciou carreira literária aos 17 anos, quando publicou a novela A busca, em 1946. Formada em Línguas Neolatinas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), desempenhou admirável trabalho a favor das letras brasileiras na Argentina. Lecionou literatura na Universidade de Buenos Aires (UBA) e foi diretora do Centro de Estudos Brasileiros. Promoveu o diálogo entre escritores brasileiros e argentinos, por meio de seminários, entrevistas, exposições e traduções para o espanhol. Seus textos, compostos com graça, boa dose de humor e marcados pela observação atenta do cotidiano, foram reunidos em duas antologias: Um buquê de alcachofras, de 1980, e O valor da vida, do ano seguinte. Para o público infantil, publicou, em 1986, Loló e o computador e, no ano seguinte, Gatos e pombos. Maria Julieta Drummond de Andrade faleceu em 05 de agosto de 1987, no Rio de Janeiro.;Homem de vasta erudição, Francisco Iglésias conhecia bem os clássicos e se mantinha atento aos modernos. Nasceu em Pirapora (MG), em 28 de abril de 1923, e graduou-se em geografia e história pela Universidade Federal de Minas Gerais. Com os amigos Otto Lara Resende, Hélio Pellegrino, Autran Dourado, Wilson Figueiredo e outros fundou a revista literária Edifício. A partir de 1949, fez carreira acadêmica na Faculdade de Ciências Econômicas – FACE/UFMG, onde ensinou História Econômica Geral e do Brasil e História Social e Política do Brasil. Francisco Iglésias morreu no dia 21 de fevereiro de 1999, em Belo Horizonte.
O Arquivo Francisco Iglésias chegou ao IMS em 2002. Contém textos manuscritos e datiloscritos, cadernos com anotações diversas, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais, fotografias e fitas de vídeo.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.