Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Mario Quintana (MQ)
Vianna Moog
(Autoria)
Mario Quintana
(Destinatário)
(Autoria)
Mario Quintana
(Destinatário)
15 de abril de 1981
Detalhes
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Mario Quintana (MQ)
Mario Quintana (MQ) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
15 de abril de 1981(Não)
Comentários sobre reações de acadêmicos diante da opinião de Mario Quintana a respeito da atuação de candidatos em campanha à eleição à Academia Brasileira de Letras, publicada em entrevista. Referência a possível má intenção de jornalista que publicou opinião de Mario Quintana. Comentários sobre atitude de Mario Quintana de envio de livros com dedicatórias para acadêmicos. Listagem de nomes de acadêmicos que provavelmente votarão em Mario Quintana, Lêdo Ivo e Orígenes Lessa. Sugestão de viagem de Mario Quintana ao Rio de Janeiro para visitas de campanha
26,4(altura) x 21,6(largura); 3(folhas)
Datiloscrito com correções e emendas manuscritas. Documento produzido nos dias 15 de abril e 16 de junho de 1981. Na primeira organização do Arquivo Mario Quintana em 1995, esse documento integrou a classe Correspondência com o código 02b1088-1981.
Poeta que escreveu versos desde a infância, Mario Quintana nasceu em Alegrete (RS), em 30 de julho de 1906. Em 1924, começou a trabalhar na Livraria do Globo, em Porto Alegre, inicialmente na função de desempacotador de livros, anos depois como colaborador da Revista do Globo, e mais tarde, em 1934, estreou como tradutor na editora gaúcha. Ali foi o tradutor de autores como Proust e outros de peso equivalente, sem desdenhar dos escritores menores, que traduziu com dedicação. Em 1926, Quintana estreou com o conto “A sétima personagem”, publicado no Diário de Notícias, de Porto Alegre. No ano seguinte a revista carioca Para Todos, publicou um poema seu. Ainda no ano de 1934, iniciou colaboração, que se revelaria longa, no Correio do Povo, de Porto Alegre. Em 1940, publicou, pela Globo, seu primeiro livro: a coleção de 35 sonetos intitulada A roda dos cataventos. Com textos curtos e poéticos publicados na coluna “Do Caderno H”, iniciou, em 1945, colaboração na revista Província de São Pedro. Muitos textos nesse estilo seriam publicados ao longo de sua fiel colaboração no Correio do Povo. Em 1946, publicou o segundo livro de versos, Canções. A este livro se seguiu Sapato florido, de 1948, com prosa poética e alguns aforismos. Em 1950, publicou O aprendiz de feiticeiro, e no ano seguinte, Espelho mágico. Mario Quintana morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre.;Jornalista e professor brasileiro;Uma das maiores romancistas brasileiras, dona de prosa vigorosa e enxuta, Rachel de Queiroz foi também cronista excepcional. Nasceu em Fortaleza (CE), em 17 de novembro de 1910, e aos dezesseis anos começou a atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1945, ano em que deu início a trinta anos de colaboração como cronista na revista O Cruzeiro, período em que deu continuidade à sua obra de romancista. Morreu no Rio de Janeiro, em 4 de novembro de 2010.;Filólogo, crítico literário, tradutor, diplomata, enciclopedista e ministro da cultura do Brasil;Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.
O Arquivo Mario Quintana chegou ao Instituto Moreira Salles em 2009. É formado de datiloscritos e manuscritos, como cadernos com rascunhos de poemas, frases e haicais, além de correspondência, recortes de jornais e de revistas e fotografias.
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