Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Mario Quintana (MQ)
Maurício Rosenblatt
(Autoria)
Mario Quintana
(Destinatário)
(Autoria)
Mario Quintana
(Destinatário)
30 de agosto de 1986
Detalhes
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Mario Quintana (MQ)
Mario Quintana (MQ) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
30 de agosto de 1986(Não)
; 1(folhas)
Na primeira organização do Arquivo Mario Quintana em 1995, esse documento integrou a classe Correspondência com o código 02b0367-1986
Editor a quem se deve a introdução de grandes nomes da literatura universal no Brasil, homem de cultura e de espírito empreendedor, dedicou a vida aos livros e ao cultivo da amizade com os autores que editava. Nasceu em 6 de maio de 1906, em Rosário, cidade da província de Santa Fé, na Argentina e morou em Porto Alegre, onde, a convite de Erico Verissimo, fez história na tradicional Livraria do Globo, depois Editora Globo, fundada em 1883 pela família Bertaso. Morreu em Porto Alegre (RS), em 26 de julho de 1988.;Poeta que escreveu versos desde a infância, Mario Quintana nasceu em Alegrete (RS), em 30 de julho de 1906. Em 1924, começou a trabalhar na Livraria do Globo, em Porto Alegre, inicialmente na função de desempacotador de livros, anos depois como colaborador da Revista do Globo, e mais tarde, em 1934, estreou como tradutor na editora gaúcha. Ali foi o tradutor de autores como Proust e outros de peso equivalente, sem desdenhar dos escritores menores, que traduziu com dedicação. Em 1926, Quintana estreou com o conto “A sétima personagem”, publicado no Diário de Notícias, de Porto Alegre. No ano seguinte a revista carioca Para Todos, publicou um poema seu. Ainda no ano de 1934, iniciou colaboração, que se revelaria longa, no Correio do Povo, de Porto Alegre. Em 1940, publicou, pela Globo, seu primeiro livro: a coleção de 35 sonetos intitulada A roda dos cataventos. Com textos curtos e poéticos publicados na coluna “Do Caderno H”, iniciou, em 1945, colaboração na revista Província de São Pedro. Muitos textos nesse estilo seriam publicados ao longo de sua fiel colaboração no Correio do Povo. Em 1946, publicou o segundo livro de versos, Canções. A este livro se seguiu Sapato florido, de 1948, com prosa poética e alguns aforismos. Em 1950, publicou O aprendiz de feiticeiro, e no ano seguinte, Espelho mágico. Mario Quintana morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre.
O Arquivo Mario Quintana chegou ao Instituto Moreira Salles em 2009. É formado de datiloscritos e manuscritos, como cadernos com rascunhos de poemas, frases e haicais, além de correspondência, recortes de jornais e de revistas e fotografias.
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